Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,83 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,39 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,98
    +1,48 (+1,79%)
     
  • OURO

    1.793,10
    +11,20 (+0,63%)
     
  • BTC-USD

    61.196,99
    -202,18 (-0,33%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,69 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,94 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.204,55
    +14,25 (+0,20%)
     
  • HANG SENG

    26.126,93
    +109,40 (+0,42%)
     
  • NIKKEI

    28.804,85
    +96,27 (+0,34%)
     
  • NASDAQ

    15.324,00
    -154,75 (-1,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5808
    -0,0002 (-0,00%)
     

Doses de reforço são importantes para impedir infecção, conclui estudo

·2 minuto de leitura

A esta altura da vacinação contra a covid-19, a discussão é em torno da necessidade e dos benefícios de uma dose de reforço. Com isso em mente, pesquisadores do Imperial College London analisaram mais de 100 mil amostras da população da Inglaterra e descobriram que as taxas de infecção de covid eram três a quatro vezes maiores entre pessoas não vacinadas do que entre as que haviam recebido as duas doses.

No entanto, os pesquisadores também perceberam que enquanto a vacinação completa reduziu as taxas de infecção substancialmente, de 1,76% nos não vacinados para 0,35% nos três meses após a segunda dose, as taxas de infecção aumentaram novamente para 0,55% três a seis meses após a segunda injeção. A descoberta sugere que a proteção contra a infecção começa a diminuir vários meses após a vacinação completa.

(Imagem: Twenty20photos/Envato Elements)
(Imagem: Twenty20photos/Envato Elements)

De acordo com o estudo, a vacinação completa reduziu o risco de infecção, com ou sem sintomas, em cerca de 60%. Embora estudos anteriores tenham mostrado que os anticorpos contra covid diminuem nos meses após a vacinação, trabalhos recentes sugerem que duas doses são altamente protetoras contra doenças graves.

“O possível aumento de infecções ao longo do tempo reforça a necessidade de uma campanha de doses de reforço. É um incentivo para que as pessoas recebam sua dose de reforço quando estiver disponível para elas”, apontam os pesquisadores.

A pesquisa mostra que as infecções aumentaram em crianças em idade escolar, enquanto as taxas estavam caindo em relação ao público de 18 a 54 anos. No público de 55 anos ou mais, a taxa de infecção se encontrava estável. A taxa de infecção foi mais comum em famílias maiores e entre pessoas que compartilhavam sua casa com pelo menos um filho.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos