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Doses de reforço contra covid não são 'necessidade urgente', afirma agência da UE

·1 minuto de leitura
(Arquivo) Há duas semanas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou que os países ricos planejem administrar doses de reforço a seus cidadãos enquanto muitos países pobres enfrentam problemas para encontrar imunizantes para a vacinação primária (AFP/MOHAMMED ABED)

O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) afirmou que não há necessidade urgente de administrar doses de reforço a pessoas totalmente vacinadas contra a covid-19, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira (1).

“Com base nas evidências atuais, não há necessidade urgente de administrar doses de reforço de vacinas a indivíduos totalmente vacinados”, observa o documento técnico.

No entanto, o relatório esclarece que "doses adicionais devem ser consideradas para pessoas com sistema imunológico gravemente enfraquecido no quadro de sua vacinação primária, se elas não alcançaram um nível adequado de proteção com a vacinação primária padrão."

Há duas semanas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou que os países ricos planejem administrar doses de reforço a seus cidadãos enquanto muitos países pobres enfrentam problemas para encontrar imunizantes para a vacinação primária.

Em 18 de agosto, a OMS alegou que os dados científicos não comprovaram a necessidade de doses de reforço, e o diretor do Departamento de Emergência da organização, Mike Ryan, disse que os países ricos estavam fornecendo "coletes salva-vidas extras para pessoas que já os têm, enquanto deixamos outras pessoas se afogarem".

"Todas as vacinas autorizadas na UE/CEE [União Europeia e Comunidade Econômica Europeia] são altamente eficazes contra uma hospitalização relacionada a covid-19, doenças graves e morte, enquanto um em cada três adultos na UE/CEE ainda não está totalmente vacinado", assinalou o ECDC, com sede em Estocolmo.

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