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Dormir pouco atrapalha a manter o peso, segundo artigo científico

Dormir pouco pode prejudicar a tarefa de manter o peso, segundo um estudo apresentado no European Congress on Obesity (ECO), na Holanda. Os pesquisadores da University of Copenhagen (Dinamarca) apontam que, para equilibrar o sono, o indicado é que a pessoa faça pelo menos duas horas de atividade física por semana.

O estudo descreve que esses exercícios tornaram mais duradoura a perda de peso em adultos com obesidade e ainda melhoraram a qualidade do sono em pouco tempo. Outro aspecto que intrigou os cientistas foi justamente a quantidade de malefícios que acompanha os maus hábitos de sono.

Acontece que o sono de cerca de seis horas de duração pode aumentar os riscos de pressão alta, colesterol alto e depósitos de gordura que se acumulam nas artérias. A prática ainda está ligada diretamente à obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

Para alcançar estas descobertas, os pesquisadores analisaram dados de 195 indivíduos de 18 a 65 anos com obesidade que seguiram uma dieta de 800 calorias diárias ao longo de oito semanas e perderam em média 12% do seu peso corporal. Os participantes foram divididos em grupos (um deles sob uma rotina de exercícios físicos, os outros não) e acompanhados por um ano.

Não dormir bem prejudica a tarefa de manter o peso, segundo artigo científico (Imagem: amenic181/Envato)
Não dormir bem prejudica a tarefa de manter o peso, segundo artigo científico (Imagem: amenic181/Envato)

Os cientistas mediram a quantidade e a qualidade do sono através de dispositivos e questionários, respectivamente. O estudo diz que, após um ano de manutenção do peso, os participantes que fizeram exercícios apresentaram melhorias na qualidade do sono, enquanto os grupos sem exercícios tiveram recaída.

Enquanto isso, os participantes que dormiam em média menos de 6 horas por noite aumentaram seu IMC ao longo do período de um ano, em comparação, diferente dos que dormiam mais. O público que apresentava uma qualidade de sono também se deparou com um aumento do IMC.

Dormir pouco: impactos na saúde

Dormir muito ou pouco pode resultar em doenças neurológicas e psiquiátricas, segundo um estudo de Stanford publicado em 2021. De 4.417 participantes, aqueles que relataram sonos de curta e longa duração relataram mais sintomas depressivos do que o grupo de sono considerado normal (oito horas).

No entanto, os problemas de saúde que acompanham a má qualidade do sono são inúmeros. A National Sleep Foundation constatou que as pessoas têm três vezes mais probabilidade de se envolver em um acidente de carro se dormirem seis horas ou menos horas por noite. A prática pode levar a danos na pele, diminuição da libido, problemas cognitivos e até risco de câncer.

Recentemente, um estudo publicado na revista científica Journal of the American College of Cardiology sugeriu que dormir pouco aumenta gordura visceral e prejudica saúde cardiovascular. Felizmente, o Canaltech já apontou o que fazer para cair no sono mais rápido.

Fonte: Canaltech

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