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Doria recua e deve liberar torcida nos estádios de São Paulo em outubro

·3 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 12.04.2021 - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB). (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 12.04.2021 - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB). (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após pedido dos cincos times paulistas que disputam o Campeonato Brasileiro da Série A e da Federação Paulista de Futebol (FPF), o comitê científico do estado deu o aval, na noite desta quinta (23), para volta do público nos estádios de futebol a partir do dia 4 de outubro.

A medida deverá ser oficializada pelo governador João Doria (PSDB) nas próximas horas.

Até o dia 16 de outubro, os times poderão receber até 30% da sua capacidade de público. Na sequência, o limite será de 50%.

O torcedor deverá apresentar comprovante de vacinação, com as duas doses da vacina Coronavac, Astrazeneca e Pfizer ou dose única da Janssen.

Quem ainda não tiver concluído o esquema vacinal deverá ter tomado ao menos uma dose de vacina e apresentar um teste negativo com validade de 48 horas para os do tipo PCR ou 24 horas para os testes de antígeno.

O uso de máscara é obrigatório em todos os setores do estádio.

Com isso, Doria abre brechas para o futebol depois de ter anunciado, em agosto, que a realização de jogos com a presença de público, assim como shows e pistas de dança, seria liberada somente a partir de 1º de novembro.

No conselho técnico do próximo dia 28 na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), representantes das 20 agremiações voltarão a deliberar sobre o tema. A tendência é que a maioria dos dirigentes vote pela volta da torcida a partir da rodada do dia 2 de outubro, a 23ª da Série A.

Até o início desta noite, além dos times paulistas, somente o Bahia não teria o aval das autoridades sanitárias para receber torcedores no mês que vem -o Sport conseguiu a liberação do governo de Pernambuco nesta quinta (23).

No último conselho técnico da CBF, no dia 8, representantes de 19 times concordaram com a manutenção do veto sob a alegação de defender a isonomia na competição. Havia também a intenção de impedir o avanço do Flamengo, que obteve decisão favorável, em caráter liminar, do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

Otávio Noronha, presidente do órgão, disse que cabia ao poder público o veto aos torcedores, não à CBF.

Com essa decisão, o time rubro-negro nem sequer participou da reunião com os demais times e a confederação. No dia 15, recebeu o Grêmio pela Copa do Brasil diante de 6.446 pessoas no Maracanã (6.277 pagantes).

Horas depois do confronto, na madrugada de quinta, o auditor Felipe Bevilacqua, do STJD, suspendeu, até a data do conselho técnico (28), os efeitos da liminar concedida ao Flamengo. Bevilacqua acatou um pedido de 17 clubes da Série A e da CBF -Atlético-MG e Cuiabá também não participaram.

Atlético-MG e Cuiabá não quiseram se opor ao Flamengo no STJD porque possuem liminares semelhantes e o aval das autoridades locais. Líder do Campeonato Brasileiro, os atleticanos deixaram claro que, se o time carioca recebesse torcedores contra o Grêmio, fariam o mesmo na rodada seguinte, em Belo Horizonte.

Na tentativa de apagar o incêndio, a diretoria rubro-negra não recorreu ao STJD e encarou o Grêmio de portões fechados no último domingo (19), pelo Brasileiro.

A pouco mais de dois meses do término da temporada, os dirigentes ouvidos pela reportagem apostam que, com mais de dez times aptos a receber o seu torcedor, o argumento da isonomia cairá por terra no conselho técnico da semana que vem.

Outra esperança é que, a partir da liberação oficializada pela CBF, haverá pressão maior sobre os políticos que insistirem na restrição.

"Para a partir do dia 2, somos favoráveis e vamos votar assim. Cada clube tem que resolver o mais rápido possível em suas praças, porque não faz mais sentido governo e prefeito deixarem de liberar", diz o presidente do Atlético-MG, Sérgio Coelho.

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