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Doria quer comprar 20 milhões de doses de vacina da Pfizer para SP

·2 minuto de leitura
Frascos rotulados como de vacina contra Covid-19 em frente ao logo da Pfizer em foto de ilustração

SÃO PAULO (Reuters) - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pretende comprar 20 milhões de doses da vacina contra Covid-19 desenvolvida em conjunto pela norte-americana Pfizer com a alemã BioNTech para garantir a vacinação de todos os moradores do Estado até o final do ano.

A informação foi dada pelo governador na terça-feira durante reunião com prefeitos e confirmada à Reuters pelo governo estadual nesta quarta.

A vacina da Pfizer é a única até o momento a ter obtido o registro definitivo junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O órgão regulador já deu autorização para uso emergencial para a CoronaVac, vacina do laboratório chinês Sinovac, e para a vacina da AstraZeneca com a Universidade de Oxford. Esses dois imunizantes estão sendo aplicados na campanha nacional de imunização contra a Covid-19.

Questionada sobre a intenção do governo de São Paulo de comprar doses da vacina, a Pfizer reiterou que negocia exclusivamente com o governo federal em busca de fornecer o imunizante para o programa nacional de imunização.

As negociações, no entanto, se arrastam desde o ano passado e têm esbarrado em uma série de entraves.

Doria já havia dito à Reuters em entrevista no mês passado que o Estado de São Paulo busca comprar 20 milhões de doses adicionais da CoronaVac, que está sendo envasada no Brasil pelo Instituto Butantan, vinculado ao governo paulista.

Este montante seria destinado exclusivamente a São Paulo. O Butantan tem acordo para entregar 100 milhões de doses da CoronaVac ao Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde e promete concluir as entregas até agosto. Além disso, a pasta manifestou interesse em comprar mais 30 milhões de doses do imunizante entre outubro e dezembro.

Na terça, Doria também disse que o Estado de São Paulo buscará comprar 20 milhões de doses da Sputnik V, vacina do instituto estatal russo Gamaleya, de Moscou, que será produzida no Brasil pela União Química, empresa sediada em Brasília.

(Reportagem de Eduardo Simões)