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Doria e Moro se reúnem em SP, e aliados negam conversas sobre chapa única

·2 min de leitura

SÃO PAULO — Pré-candidatos à Presidência da República, João Doria (PSDB) e Sergio Moro (Podemos) se encontraram nesta quarta-feira, em São Paulo, para discutir a construção de uma base de “centro liberal” para as eleições do ano que vem. Aliados de ambos negam que eles tenham conversado sobre a negociação de uma chapa única.

O ex-juiz foi o primeiro presidenciável com quem Doria se encontrou após vencer as prévias do PSDB, no dia 27 de novembro. Também participaram do encontro o vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) e a presidente nacional do Podemos, deputada Renata Abreu (SP). A reunião ocorreu na residência de Renata, em São Paulo, e durou cerca de uma hora.

Segundo interlocutores de Moro, embora não tenha sido tratada, a possibilidade de chapa única tem sido ventilada por tucanos como Bruno Araújo, presidente da sigla, que declarou que o ex-juiz seria um “grande vice” para Doria. Os dois, no entanto, alegam ainda ser “cedo” para qualquer definição.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Doria disse que o encontro “foi positivo”. Moro afirmou que tem ampliado as conversas com diversas lideranças. Ontem, ele também se encontrou com Luiz Felipe d’Avila, pré-candidato do Novo. “É preciso construir para o Brasil um projeto equilibrado”, disse o ex-ministro em nota.

Mais cedo, em almoço com empresários do setor de energia renovável e integrantes do Judiciário organizado pelo advogado Otto Gübel, Renata afirmou que Moro tem “desprendimento” e apoiaria outro nome com mais chances de vencer Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL), inclusive o próprio Doria, e espera que a recíproca seja verdadeira. No entanto, ela ressalta que o ex-juiz é hoje o mais bem colocado nas pesquisas.

— A entrada dele ocupou a melhor via. Não consigo ver nenhum outro candidato entrando nesse campo — disse a deputada. No almoço com empresários, Moro disse que as outras alternativas para 2022 têm avaliações que variam de “ruim a trágico”.

— Nosso projeto é consistente, equilibrado, fundado não só em técnica e diálogo com setores e com a sociedade, mas também com o mundo político, sem abdicar de princípios e valores — disse ele, em alusão às negociações de Bolsonaro com o Centrão.

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