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Doria diz que governo negocia oxigênio para evitar colapso em São Paulo

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura
Sao Paulo Governor Joao Doria gives a news conference at a vaccination center set up inside a public school in Serrana, Sao Paulo state, Brazil, Wednesday, Feb. 17, 2021. Brazil's Butantan Institute has started a mass vaccination on Wednesday of the city's entire adult population, about 30,000 people, to test the virus' behavior in response to the vaccine. (AP Photo/Andre Penner)
Sao Paulo Governor Joao Doria gives a news conference at a vaccination center set up inside a public school in Serrana, Sao Paulo state, Brazil, Wednesday, Feb. 17, 2021. Brazil's Butantan Institute has started a mass vaccination on Wednesday of the city's entire adult population, about 30,000 people, to test the virus' behavior in response to the vaccine. (AP Photo/Andre Penner)

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que que a Secretaria Estadual de Saúde está negociando contratos com fabricantes de oxigênio para fornecer o produto no estado e evitar o colapso dos hospitais em meio à explosão no número de internações de pacientes com o novo coronavírus.

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“O Governo de São Paulo, através da Secretaria de Saúde, está negociando com os maiores fabricantes de oxigênio do país novos contratos para garantir o fornecimento adicional de oxigênio aos hospitais estaduais de São Paulo. Nesta segunda-feira, às 9h, teremos nova reunião com empresas do setor”, informou Doria em seu perfil no Twitter.

A medida foi anunciada por Doria, segundo reportagem do portal UOL, depois que dez pacientes que estavam internados na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Ermelino Matarazzo, na zona leste da capital, precisaram ser transferidos às pressas para outra unidade, em Itaquera, sob risco de falta de oxigênio.

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O secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, admitiu o incidente, mas o atribuiu a uma questão de logística e negou ter havido falta do produto.

“Nós estamos mudando toda a logística, concentrando nossos pacientes de covid-19 nos grandes hospitais, inclusive nos dois grandes hospitais de tragédia, que são os de Jabaquara e Itaquera, para que a gente possa ter um abastecimento constante de oxigênio”, disse o secretário, em entrevista à Globo.