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Doria critica Bolsonaro após veto à vacina: ‘É um notório negacionista”

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
ARCHIVO - En esta imagen de archivo del 14 de noviembre de 2018, el presidente electo Jair Bolsonaro, a la derecha, escucha al gobernador electo de Sao Paulo, Joao Doria, durante una reunión en Brasilia, Brasil. (AP Foto/Eraldo Peres, Archivo)
Governador João Doria ao lado do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018 (Foto: AP Foto/Eraldo Peres, Archivo)

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) chamou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de “notório negacionista” ao comentar a condução da pandemia do coronavírus pelo governo federal.

Questionado se era hora de descer do palanque e pensar na vacina, Doria garantiu que defende a ciência. “Não fui eu que declarei que era uma gripezinha, não fui eu que ofereci cloroquina à população nem à ema do Palácio da Alvorada. Não defendo dizendo que quem faz isolamento, quem usa máscara é covarde. Todas essas falas são do presidente Jair Bolsonaro, um notório negacionista”, disse em entrevista à CBN.

“Eu não faço política com a vacina nem com o vírus. Eu combato o vírus e defendo a vacina, essa é minha obrigação”, garantiu Doria.

O governador de São Paulo ainda criticou a atitude de Bolsonaro de desautorizar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “É preciso salvar vidas e não salvar mandatos”, afirmou. Doria ainda acusou Bolsonaro se fazer político com a Covid-19 e disse que o presidente dá péssimos exemplos todos os dias em relação à pandemia.

O Instituto Butatan tem uma parceria com o laboratório chinês SinoVac para testagem e produção de uma vacina contra o coronavírus. Na última terça-feira, 21, o ministério da Saúde havia informado que compraria 46 milhões de doses da chamada CoronaVac.

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Na quarta-feira, 22, o presidente Jair Bolsonaro desautorizou Pazuello e disse que, sem comprovação científica, não teria efetuada a compra da vacina da SinoVac.

“Ao termino dessa conferência (com governadores), ele foi aplaudido. 24 governadores aplaudiram o ministério da Saúde pela atitude republicana”, relatou Doria sobre a reunião da terça-feira. “No dia seguinte, em menos de 24 horas, foi desautorizado pelo presidente da República. Olha o tamanho da confusão gerada pelo presidente. Humilhou o seu ministro.”

“Eu não sou inimigo do presidente da República, eu sou governador do estado de São Paulo. Eu quero paz”, declarou Doria. “Acho que ele tem uma predileção por brigar. Briga com a imprensa, com ministros do Supremo. É uma volúpia por briga que eu nunca tinha visto na política brasileira”, criticou.