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Doria confirma 15 dias de comércio não essencial fechado em SP; entenda

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
Sao Paulo Governor Joao Doria speaks during a press conference in Serrana, about 323 km from Sao Paulo, Brazil, on February 17, 2021. - A small town in the interior of the Brazilian state of Sao Paulo began vaccinating its entire adult population on Wednesday as part of an unprecedented clinical study to analyse the impact of immunisation in controlling the Covid-19 pandemic. (Photo by NELSON ALMEIDA / AFP) (Photo by NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
Governador de São Paulo, João Doria (Foto: Nelson Almeida /AFP via Getty Images)

O estado de São Paulo entrará na fase vermelha a partir do próximo sábado, 6, e ficará durante duas semanas no novo regime de restrição, dado o aumento de casos de coronavírus. As escolas poderão continuar abertas, sejam particulares ou das redes municipal e estadual.

Nessa situação, apenas atividades essenciais podem permanecer abertas, como farmácias, mercados, padarias, açougues, postos de combustível, lavanderias, transporte público, atividades religiosas, hotéis, bancos, pet shops e serviços de entregas e delivery. Ao mesmo tempo, continua em vigor o toque de recolher em todo o estado, mas agora entre 20h e 5h.

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"Vamos enfrentar as duas piores semanas da pandemia desde o início da doença no Brasil. É a triste realidade de quem não tem comando", declarou Doria. "Fico angustiado de ver vidas perdidas a cada dia, pessoas que morrem diariamente em São Paulo e em todo o Brasil."

"Há 41 dias, o Brasil tem mais de mil mortes por dia, como se cinco aviões caíssem por dia, matando todos seus ocupantes. Não podemos aceitar que isso faz parte da realidade. Isso não é gripezinha, é uma tragédia", disse. "Estamos no Brasil e em São Paulo à beira de um colapso da saúde. Isso exige medidas urgentes."

O anúncio foi feito pelo governador João Doria (PSDB) durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes. Na última terça-feira, 2, o estado teve o maior número de mortes pelo coronavírus registradas em 24 horas, com 468 óbitos. Em todo o Brasil também foi o dia mais mortal, com 1.726 registros de mortes pela covid-19.

"Se um presidente da República menospreza a vida e diz que todos um dia vão encontrar a morte, como se as pessoas nascessem simplesmente para morrer. Não! Nós nascemos para viver", disse o governador ao criticar o presidente Jair Bolsonaro. "Eu não estou preocupado com popularidade."