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Donos de imóveis nos EUA estão 'sitiados' por ofertas; entenda

·3 min de leitura
Street view of a row of houses.  The front of each house has a porch, stairs and a sidewalk.
Donos de imóveis norte-americanos sofrem com ofertas não solicitadas a seus imóveis. (Foto: Getty Creative)
  • Donos de imóveis nos EUA sofrem com assédio frequente a suas propriedades;

  • Entre as grandes razões está a alta demanda por imóveis no país;

  • Corretoras de imóveis estão entrando cada vez mais em contato com proprietários;

Donos de imóveis nos Estados Unidos sofrem com um assédio frequente a suas propriedades por possíveis compradores, mesmo que as casas em questão não estejam a venda, é o que revela reportagem da National Public Radio (NPR) norte-americana. Entre as grandes razões está a alta demanda por imóveis no país.  

A oferta de casas disponíveis nos Estados Unidos não chega nem perto da demanda das pessoas que querem comprá-las. A oferta é de quase 4 milhões de residências, de acordo com a hipoteca Freddie Mac. Muitas construtoras faliram após a crise imobiliária de 2008, o que levou a uma histórica escassez de moradias. E agora, grandes e pequenos investidores estão tentando comprar imóveis, já que a oferta restrita pressiona os preços para cima.

Corretoras de imóveis estão entrando cada vez mais em contato com proprietários

A reportagem da NPR cita o caso de Jennifer Folden-Nissen, moradora de uma casa de três quartos em estilo vitoriano, em Duluth, Geórgia, que não está à venda. Mas isso não impediu que um homem chamado Henry, ligasse para ela pelo menos uma vez por semana. Ela diz que a proposta é sempre a mesma: "Quero comprar sua casa. Estou disposto a pagar à vista". Jennifer tentou bloquear ligações, sem sucesso. Ela começou a receber cartões-postais do mesmo cara - sem selo, então aparentemente entregues em mãos - com fotos de sua própria casa neles.

Grandes empresas como Redfin e Opendoor, e incontáveis ​​especuladores individuais, corretores imobiliários e algumas empresas mais predatórias têm entrado em contato com os proprietários, apenas pela pequena chance de que eles possam estar dispostos a vender seus imóveis para alguma pessoa aleatória ligando ao telefone.

Os investidores podem acessar a internet e comprar listas de números de telefone de pessoas cujas casas aumentaram de valor, muito além da percepção dos reais proprietários. Em entrevista a NPR, Lauren Barber, que mora em Columbus, Ohio, declarou que "recebe de seis a sete ligações por dia", e que uma das corretoras até ligou para a casa da mãe, de propósito, para perguntar se Barber iria vender.

Essa iniciativa é legal em alguns estados norte-americanos, porém, em outros, já começa a ser ilegal. A cidade de Philadelphia aprovou recentemente uma lei para reprimir as práticas mais abusivas. Ele inclui uma lista local, em uma espécie de "não perturbe" projetada especificamente para bloquear chamadas não solicitadas de compradores de casas.

O advogado Michael Froelich declarou a reportagem da NPR, que "viu residentes idosos ou de baixa renda assinarem suas casas pela metade do que realmente valem". O advogado completou que é quase sempre melhor para as pessoas venderem suas casas da maneira tradicional, onde se a coloca à venda o seu imóvel, se recebe ofertas e depois se escolhe a melhor, para aí sim, concluir a venda. 

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