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Dono da Itapemirim é acusado de golpe com venda de criptomoedas da empresa

·1 min de leitura
Foto: Getty Images.
Foto: Getty Images.
  • Sidnei Piva, empresário e proprietário da Itapemirim, está sendo acusado de não devolver quase R$ 400 mil em criptomoedas criadas pela companhia;

  • Foram 30 milhões de tokens colocados à venda por US$ 1 cada, com a promessa de valorização de 600% em seis meses;

  • Piva se considera vítima de golpe, e não o autor, embora no canal da empresa no YouTube informe-se que o empresário tem 85% do empreendimento criptográfico.

O nome do Grupo Itapemirim não sairá de evidência tão cedo. Desde sexta-feira (17), a empresa se vê no olho do furacão após anunciar que suspenderia “temporariamente” todas as operações. O efeito até o momento vem sendo drástico. 

Contudo, agora, outra polêmica envolvendo o conglomerado está emergindo. Sidnei Piva de Jesus, empresário e proprietário da companhia, está sendo acusado por diversos investidores, ao lado de algumas empresas, de não devolver os quase R$ 400 mil investidos na CrypTour, criptomoeda criada pela empresa de transporte em julho deste ano.

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Outra reclamação dos investidores é relacionada à dificuldade de acessar a plataforma Extrading, retirada do ar, o que impossibilita o resgate do dinheiro e dificulta o acesso às informações.

As 30 milhões de criptomoedas colocadas à venda valiam US$ 1 cada, sendo que o negócio prometia a valorização de 600% por todo dólar investido no token nos seis primeiros meses, de forma a chegar a 3.600% em um ano.

Piva nega que o negócio seja de propriedade da Itapemirim. Contudo, documentos apontam que o projeto CrypTour surgiu de uma iniciativa interna de inovação tecnológica da Itapemirim Airlines.

Desde setembro, os investidores reclamam da dificuldade em consultar os saldos ou em resgatar valores investidos na criptomoeda.

Nas redes sociais, um grupo foi formado para contribuir na comunicação entre aqueles que foram prejudicados pelo esquema.

Piva se considera vítima do golpe, e não o autor. Contudo, vídeos no canal da CrypTour, informam que 85% do empreendimento pertence ao dono do Grupo Itapemirim.

As informações são do Jornal Metrópoles e do Portal Congresso em Foco.

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