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Dono da Itapemirim é acusado de golpe com criptomoeda do setor de turismo

·3 min de leitura

Desde a última sexta-feira (17), a empresa brasileira Grupo Itapemirim se vê em uma verdadeira crise, após anunciar que estava suspendendo temporariamente as operações de sua divisão de transporte aéreo, ITA. E, no sábado (18), um novo capítulo na história da companhia foi revelado, com o fundador da instituição sendo acusado de dar um golpe com criptomoedas em investidores.

Em julho, Sidnei Piva de Jesus, fundador da companhia, captou cerca de R$ 400 mil de variados investidores como aporte inicial para uma criptomoeda chamada CryptoTour, focada no setor do turismo.

No total, foram colocadas 30 milhões de criptomoedas à venda, no valor de US$ 1 cada, e a promessa era de uma valorização de 600% por todo dólar investido no token nos seis primeiros meses, podendo atingir um crescimento de 3.600% em um ano. A realidade, porém, é que desde setembro, os investidores reclamam da dificuldade em consultar os saldos ou em resgatar valores investidos na criptomoeda.

Agora, após a paralisação das operações do Grupo Itapemirim, mais investidores estão vindo a público, comentando que até mesmo a plataforma usada para compra, venda e resgate dos ativos, a Extrading, se encontra fora do ar, impossibilitando qualquer retorno financeiro sobre esse investimento.

O Canaltech entrou em contato com assessoria de imprensa do Grupo Itapemirim, que nos mandou o seguinte posicionamento:

O Grupo Itapemirim esclarece que nunca realizou nenhuma operação ou negócio envolvendo vendas de criptomoeda. Houve um projeto, mas que não foi concretizado pelo Grupo.

Devido a falsas acusações de relação com essa criptomoeda, o Grupo Itapemirim tomou as devidas providências legais, com a confecção de um Boletim de Ocorrência (em anexo) para apuração criminal em detrimento de empresa que está utilizando a imagem do Grupo, vinculando a venda de criptomoeda.

A conta bancária utilizada para a venda da criptomoeda não tem nenhuma relação com o Grupo ou pessoas ligadas ao Grupo Itapemirim. O Grupo pondera que providenciará as medidas legais para desvincular sua imagem a qualquer tipo de operações ligadas à referida criptomoeda.

Por fim, vale ressaltar que a investigação criminal noticiada na reportagem não apontou nenhuma ligação com pessoas ligadas ao Grupo Itapemirim, comprovando a completa ausência de ligação na venda de criptomoeda.

Entendendo a polêmica

<em>Avião da Itapemirim. (Imagem: Divulgação/Itapemirim)</em>
Avião da Itapemirim. (Imagem: Divulgação/Itapemirim)

Muitos turistas ficaram em choque quando, na noite da última sexta-feira (17), o Grupo Itapemirim paralisou todas as operações de sua companhia aérea, a ITA. A empresa afirma que o ocorrido é resultado de uma restruturação interna.

A ITA entrou em operação no final de junho e operava nos aeroportos de São Paulo-Guarulhos (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte-Confins (MG), Rio de Janeiro-Galeão (RJ), Porto Alegre (RS), Porto Seguro (BA), Salvador (BA), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Maceió (AL), Natal (RN) e Recife (PE). Seu principal diferencial era o preço mais acessível de suas passagens.

A medida foi tão inesperada que o embarque de passageiros em aeroportos como o de São Paulo-Guarulhos se viram foram cancelados em cima da hora, gerando protestos das pessoas que se sentiram lesadas com o fato.

Por nota oficial divulgada em seu site, a ITA recomenda que os clientes com passagens da companhia não entrem em aeroportos sem antes falarem com a empresa, pelo e-mail falecomaita@voeita.com.br.

Fonte: Canaltech

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