Mercado fechará em 5 h 32 min
  • BOVESPA

    97.892,20
    -649,75 (-0,66%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.807,31
    +282,86 (+0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,09
    +1,33 (+1,26%)
     
  • OURO

    1.803,90
    -3,40 (-0,19%)
     
  • BTC-USD

    19.399,03
    +460,97 (+2,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    416,47
    -3,67 (-0,87%)
     
  • S&P500

    3.765,43
    -19,95 (-0,53%)
     
  • DOW JONES

    30.578,17
    -197,26 (-0,64%)
     
  • FTSE

    7.165,33
    -3,95 (-0,06%)
     
  • HANG SENG

    21.859,79
    -137,10 (-0,62%)
     
  • NIKKEI

    25.935,62
    -457,42 (-1,73%)
     
  • NASDAQ

    11.460,00
    -69,50 (-0,60%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5302
    +0,0246 (+0,45%)
     

Dona do Facebook quer que funcionários parem de discutir aborto

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Um executivo da Meta, conglomerado de tecnologia responsável pelo Facebook e WhatsApp, disse que funcionários estão proibidos de discutir sobre aborto. Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustration.
Um executivo da Meta, conglomerado de tecnologia responsável pelo Facebook e WhatsApp, disse que funcionários estão proibidos de discutir sobre aborto. Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustration.
  • Um executivo da Meta, conglomerado de tecnologia responsável pelo Facebook e WhatsApp, disse que funcionários estão proibidos de discutir sobre aborto internamente;

  • A ordem faz parte de uma política imposta pela Meta em 2019, que proíbe o debate interno sobre o tema;

  • O texto está na seção interna de ‘Política de Comunicação Respeitosa’ da companhia.

Um executivo do conglomerado de tecnologia Meta, responsável pelo Facebook e WhatsApp, disse a funcionários da companhia na última quinta-feira (19) que estão proibidos de falar sobre aborto dentro do Workplace, uma plataforma colaborativa online interna para trabalhos em grupo e mensagens instantâneas.

Segundo o site norte-americano The Verge, o executivo citou como justificativa o 'risco aumentado' de que a empresa seja enxergada como um ‘espaço de trabalho hostil’.

A política foi imposta pela Meta em 2019, e desde então proíbe que funcionários emitam ‘opiniões ou debates sobre o aborto ser certou ou errado, disponibilidade ou direitos do aborto, visões políticas, religiosas e humanitárias sobre o tema’. O texto está na seção interna de ‘Política de Comunicação Respeitosa’ da companhia.

Leia também:

Em reunião geral com funcionários da Meta na última quinta-feira, a vice-presidente de Recursos Humanos da empresa, Janelle Gale, disse que o tópico do aborto é um dos mais polêmicos e comentados pelos empregados na plataforma Workplace.

Posição das grandes empresas

A maior parte das grandes companhias ainda não deu uma opinião clara sobre sua posição em relação ao aborto.

Amazon e Tesla afirmaram que cobririam algumas despesas das funcionárias que precisassem viajar para realizar o procedimento.

A Salesforce alegou que ajudaria nas despesas de mudança, caso as trabalhadoras quisessem deixar o Texas, onde o aborto é ilegal, para outro estado.

Lyft e Uber prometem cobrir despesas legais para motoristas processados sob leis estaduais por transportarem pessoas em busca de aborto.

*As informações são do The Verge.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos