Mercado fechado
  • BOVESPA

    96.582,16
    +1.213,40 (+1,27%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    36.801,37
    -592,34 (-1,58%)
     
  • PETROLEO CRU

    36,40
    +0,23 (+0,64%)
     
  • OURO

    1.871,20
    +3,20 (+0,17%)
     
  • BTC-USD

    13.560,17
    +129,50 (+0,96%)
     
  • CMC Crypto 200

    265,74
    +23,06 (+9,50%)
     
  • S&P500

    3.310,11
    +39,08 (+1,19%)
     
  • DOW JONES

    26.659,11
    +139,16 (+0,52%)
     
  • FTSE

    5.581,75
    -1,05 (-0,02%)
     
  • HANG SENG

    24.493,49
    -93,11 (-0,38%)
     
  • NIKKEI

    23.138,44
    -193,50 (-0,83%)
     
  • NASDAQ

    11.193,50
    -149,25 (-1,32%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7507
    +0,0051 (+0,08%)
     

Dona da Gillette e da Pampers estende licença-paternidade para 8 semanas

THAIS CARRANÇA
·2 minutos de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A P&G, gigante de bens de consumo dona de marcas como Pantene, Gilette, Pampers e Always, anunciou nesta semana que passa a conceder globalmente licença-paternidade remunerada de oito semanas para seus funcionários. A medida entra em vigor em outubro e vale para pais biológicos e adotivos e para casais hétero e homoafetivos. "A nova estrutura visa remover o estigma de gênero na prestação de cuidados aos filhos, dando a todos os pais acesso equitativo à licença remunerada e, portanto, mudar os padrões culturais da sociedade", afirma a empresa. Os funcionários podem tirar o período de licença continuamente ou fazer um intervalo, em até 18 meses a partir da data do nascimento ou adoção da criança. No caso de casais homoafetivos, a P&G dá a possibilidade deles ou delas estruturarem as licenças da forma como a família achar mais adequada, decidindo quem ficará com o benefício concedido por lei de seis meses referente à licença-maternidade, e quem ficará com o novo benefício. "Ao reforçar nossa política de licença parental remunerada, buscamos promover a equidade no trabalho e em casa e, assim, contribuir para um ambiente de trabalho onde nossas pessoas se sintam mais engajadas e para uma sociedade mais inclusiva", diz Raíssa Fonseca, gerente sênior de recursos humanos da P&G, em comunicado. No Brasil, a Constituição prevê licença-paternidade de cinco dias, que se inicia no primeiro dia útil após o nascimento da criança. Se a empresa estiver cadastrada no programa Empresa Cidadã, instituído em 2008 pelo governo federal, o prazo é estendido para 20 dias. Os empregadores têm liberdade para conceder licenças acima do prazo legal, o que pode ser negociado em acordo ou convenção coletiva. Com sua nova política, a P&G se iguala à licença-paternidade média de países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que é de oito semanas, segundo levantamento de 2018 da entidade. A licença-paternidade definida pela Constituição brasileira representa apenas 9% das oito semanas de média da OCDE. Ainda conforme a organização, os países com maiores licenças-paternidade são Coreia do Sul (que oferece 52,6 semanas de licença aos pais), Japão (52), França (28), Portugal (22,3) e Bélgica (19,3).