Mercado abrirá em 1 min

Dome, ex-treinador do Flamengo

Mauro Beting
·1 minuto de leitura
Dome, ex-Flamengo depois de 26 jogos em 3 meses FOTO: Silvio Avila/Getty images
Dome, ex-Flamengo depois de 26 jogos em 3 meses FOTO: Silvio Avila/Getty images

Jorge Jesus, se tivesse substituído Jorge Jesus há 3 meses, teria sérias dificuldades para superar o JJ de 2019-20, que produziu o melhor futebol que vi neste Brasil no século XXI.

Não só JJ. Também Guardiola (e não seu auxiliar de “melhor desempenho da história do New York City”...) ou Klopp teriam dificuldades com apenas 5 dias entre chegar e estrear, com calendário maluco pós e pré parada pandêmica, com crise de 17 atletas afastados por Covid, com bons rivais como o Independiente del Valle dos 5 a 0, São Paulo dos 4 a 1, Atlético Mineiro dos 4 a 0.

Claro que houve uma queda técnica brutal de jogadores muito importantes (que já não vinham sendo os mesmos antes de Dome). Mas escolhas infelizes antes e durante os jogos, desconexão entre setores, falhas gritantes individuais e também coletivas, abreviaram a passagem do treinador. Ainda que com bons 64% de aproveitamento em 26 jogos, mas com enormes 1,5 gols sofridos por partida.

Fora a falta de tempo para treinar e mudar - dele e de todos os técnicos. Inclusive quem chegar no país que no mesmo dia pode perder os dois treinadores que há dois domingos fizeram o melhor jogo no país em 2020.

Se sou dirigente do Flamengo, além de descer das nuvens, eu faço como eles: faço uma bela proposta agora por Rogério Ceni.

Checo como está a situação de Coudet no vai-não-vai pro Celta (ou quero mesmo não trabalhar mais com esse direção do Inter).

E mando um zap pro Ramirez no Equador.