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Dois membros do BCE não veem fim próximo de plano de estímulo

Sotiris Nikas, Carolynn Look e Piotr Skolimowski
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Dois membros do Banco Central Europeu estabeleceram um alto nível de exigência para a possível saída do programa de compra de títulos da instituição, sugerindo que apoiam a manutenção da ferramenta de combate à crise da pandemia no futuro próximo.

Yannis Stournaras, membro da Grécia do Conselho do BCE, disse que o destino do plano dependerá principalmente das perspectivas de inflação, que atualmente mostram os preços ao consumidor abaixo da meta da instituição pelo menos até o fim de 2022.

Seu colega cipriota, Constantinos Herodotou, disse que declarar o fim da crise causada pelo vírus - e, portanto, remover a necessidade de estímulos de emergência - exige evidências de estabilidade sustentada do mercado que apoiaria o mandato de inflação do BCE. Essa avaliação precisaria considerar o risco de novos surtos e a disponibilidade de uma vacina.

Os comentários de dois membros do BCE, cuja posição costuma ser dovish ou inclinada ao afrouxamento monetário, indicam a evolução da análise do Conselho do BCE, de 25 membros, antes de uma provável discussão nos próximos meses sobre a possibilidade de aumentar ou estender o programa de 1,35 trilhão de euros (US$ 1,58 bilhão). Com a recuperação da recessão em andamento, podem enfrentar a oposição de formuladores de políticas mais inclinados ao aperto monetário.

“Temos uma estratégia de saída”, disse Stournaras, presidente do Banco da Grécia, em entrevista à Bloomberg Television em Atenas, quando questionado sobre o plano de bônus de emergência. “Isso vai depender principalmente da evolução da inflação.”

Stournaras e Herodotou disseram que esperam que o BCE utilize todo o programa, conhecido como PEPP.

Eles também adotaram um tom cauteloso sobre as perspectivas para a economia da zona do euro. Embora o crescimento esteja se recuperando em linha com as projeções do BCE, novos focos de coronavírus em algumas partes do mundo são motivo de preocupação, segundo Stournaras.

Herodotou, presidente do Banco do Chipre, disse em resposta a perguntas da Bloomberg que a incerteza sobre a velocidade e a escala da recuperação continua alta.

Segundo projeções do BCE, que serão revisadas em setembro, a inflação permanecerá bem abaixo da meta de pouco abaixo de 2% até pelo menos 2022.

Dados a serem divulgados na sexta-feira devem mostrar a inflação em apenas 0,2% em julho, segundo economistas consultados pela Bloomberg. O presidente do banco central finlandês, Olli Rehn, argumentou recentemente que a instituição enfrenta riscos de deflação alimentados pela pandemia.

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©2020 Bloomberg L.P.