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Dois em cada três paulistanos discordam de Bolsonaro sobre CoronaVac

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura
Foto: Antonio Molina/Fotoarena/Sipa USA via AP Images
Foto: Antonio Molina/Fotoarena/Sipa USA via AP Images

Dois em cada três eleitores da cidade de São Paulo (67%) discordam em parte ou totalmente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação à compra da vacina contra o coronavírus desenvolvida na China em parceria com o instituto Butantan, segundo pesquisa Ibope/TV Globo/O Estado de S. Paulo, divulgada neste sábado (31).

O levantamento perguntou a 1.204 entrevistados, entre 28 e 30 de outubro: “O presidente Jair Bolsonaro anunciou que não pretende comprar a vacina contra o coronavírus desenvolvida na China mesmo que ela seja aprovada pelas autoridades competentes da área da Saúde. O(A) sr(a) concorda ou discorda do posicionamento do presidente da República?”.

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Entre os votantes, 19% concordam totalmente com Bolsonaro e 8% em parte; 54% discordam totalmente e 13% em parte a respeito da declaração do presidente. Quem não concorda nem discorda representa 2% dos entrevistados; outros 3% não sabem ou não responderam.

A soma dos percentuais não corresponde a 100% porque os dados são arredondados, para mais ou para menos, pelo Ibope, antes da divulgação da pesquisa.

Bolsonaro tem atacado o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticando a obrigatoriedade da vacina contra Covid-19 e afirmando que não patrocinará o imunizante produzido pela chinesa Sinovac.

“Então, querido governador de São Paulo, você sabe que sou apaixonado por você, sabe disso. Poxa, fica difícil, né? E outra coisa: ninguém vai tomar tua vacina na marra, não, tá ok? Procura outra. E eu, que sou governo, não vai comprar sua vacina também não. Procura outro para pagar sua vacina”, disse Bolsonaro em sua live na última quinta-feira.

Levantamento feito pelo PoderData, do portal Poder 360, mostrou que o índice de brasileiros que tomariam a vacina contra o coronavírus é menor entre aqueles que avaliam Bolsonaro como bom ou ótimo.

Foram feitas duas perguntas aos participantes: como avaliam o governo e qual a percepção entre a vacina contra o coronavírus. Entre os que consideram o governo ótimo ou bom, 47% disseram que tomariam a vacina.

Entre os entrevistados que avaliam o presidente como regular, 76% com certeza aceitariam a imunização. Já 71% que avaliam Bolsonaro como ruim ou péssimo com certeza tomariam a vacina.

Para os brasileiros que não tomariam a vacina, 33% avaliam o presidente como bom ou ótimo, 11% como regular e 17% como ruim ou péssimo.

Entre aqueles que estão indecisos em relação a tomar ou não a vacina contra a Covid-19, 20% consideram o presidente ótimo ou bom, 13% avaliam como regular e 11% ruim ou péssimo.

O levantamento também mostra que caiu o número de brasileiros que tomariam a vacina com certeza. Em julho, esse índice era de 85%, enquanto em agosto era de 82. Em outubro, chegou a 63%. Por outro lado, subiu o número daqueles que não se imunizariam de forma nenhuma: em julho eram 8%, em agosto 7% e, em outubro, o índice está em 22%.