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Dois agentes de batalhão em SP são afastados em meio à sindicância de fura fila na vacinação

Louise Queiroga
·2 minuto de leitura

Dois oficiais do 32º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) em Assis (SP) foram afastados em meio à sindicância aberta nesta semana, que apura se houve fraude na vacinação para profissionais das forças de segurança. As suspeitas levantadas até o momento sao de que parentes de alguns agentes foram até o batalhão receberem doses do imunizante contra Covid-19.

Em nota, a Polícia Militar de São Paulo afirmou ter recbido "com perplexidade" a informação de que familiares de policiais teriam sido vacinados na chamada "xepa", quando são aproveitadas algumas doses restantes de três frascos já abertos ao final das atividades do dia.

"A operação de vacinação dos profissionais de segurança pública exigiu minucioso planejamento e primorosa execução para imunizar mais de 140 mil agentes em 83 postos de vacinação nos quartéis em 10 dias", disse a corporação, lembrando que o suposto uso indevido "contraria determinações claramente emanadas pelo comando da Polícia Militar". "A instituição não compactua com desvios de comportamento e o caso está sendo rigorosamente apurado", acrescentou.

A PMSP ressaltou ter seguido "as recomendações do PNI (Programa Nacional de Imunizações) e do PEI (Plano Estadual de Imunização) para vacinação contra a Covid-19, assim como os protocolos técnicos de ambas as instâncias".

Seguindo pedido do Ministério Público de São Paulo, a prefeitura de Assis divulgou, na segunda-feira, dia 12, a lista dos profissionais de Segurança Pública vacinados contra Covid-19. Num comunicado, o governo municipal destacou não ter participado "de nenhum critério ou avaliação de elegibilidade para a vacinação" do grupo mencionado.

"Todo o direcionamento, local e horário, organização da fila, pré-cadastramento e registro no sistema VaciVida ficou de total responsabilidade da Policia Militar e da equipe da Penitenciária de Assis", afirmou.

A prefeitura de Assis informou que foi de sua responsabilidade "apenas realizar a aplicação do imunizante em parceria com a Grupo de Vigilância Epidemiológica do Estado (GVE 13 – Assis), pois a Policia Militar não tinha profissional qualificado para este fim".

"Já a Penitenciária de Assis, que dispõe de uma equipe de saúde, realizou a aplicação da vacina de seus servidores", acrescentou.