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Divisão de smartphones da Sony registra lucro pela 1ª vez em quatro anos

Rafael Rigues
·2 minuto de leitura
Divisão de smartphones da Sony registra lucro pela 1ª vez em quatro anos
Divisão de smartphones da Sony registra lucro pela 1ª vez em quatro anos

A Sony publicou recentemente seus resultados financeiros para o ano fiscal (FY) de 2020, que terminou em 31 de março de 2021. E comparado ao mesmo período no ano passado, a divisão de smartphones da empresa registrou uma arrecadação de 27,7 bilhões de ienes (US$ 254,96 milhões), o que significa que pela primeira vez desde 2017 ela não teve prejuízo.

A situação surpreendeu a própria Sony, que afirmou que o resultado “superou todas as expectativas”. Mas os números não significam que a empresa vendeu mais unidades de seus smartphones Xperia: pelo contrário, as vendas caíram de 3,2 milhões no FY 2019 para 2,9 milhões no FY 2020. Então qual o segredo?

Smartphones Sony Xperia 1 III e Xperia 5 III
Smartphones Sony Xperia 1 III (esquerda) e Xperia 5 III (direita)

Simples: a empresa reduziu os custos de produção dos aparelhos, ao mesmo tempo que aumentou seu preço médio de venda. Com isso ampliou sua margem de lucro por unidade, garantindo o aumento na arrecadação mesmo com a queda nas vendas.

Apesar do bom resultado, a empresa não divulgou uma previsão de vendas para 2021. Os primeiros resultados deste ano só serão conhecidos em outubro, quando os números do segundo trimestre deste ano (primeiro do FY 2021) forem divulgados.

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Conseguirá a Sony evitar o destino da LG?

No início deste mês a LG anunciou sua saída do mercado global de smartphones: a divisão responsável amargava prejuízos há cinco anos consecutivos. Seus aparelhos premium não conseguiam ser competitivos contra os modelos de Samsung, Apple e Motorola. Enquanto isso, os modelos de entrada não competiam com os aparelhos chineses.

Com a decisão, a linha de produção de smartphones da empresa em Taubaté, interior de SP, foi fechada. Isso impacta diretamente os cerca de 400 funcionários envolvidos, mas também 430 trabalhadores de fornecedores como a Blue Tech, Sun Tech e 3C, todos localizados na região e que prestam serviços de montagem de aparelhos e componentes para a LG. Com isso, os funcionários destas empresas iniciaram uma greve.

A decisão também colocou a empresa sob investigação do Procon-SP, preocupado com os direitos dos consumidores com aparelhos da marca. As respostas da empresa não agradaram ao órgão.

Fernando Capez, diretor-executivo do Procon-SP, afirmou: “Os esclarecimentos da empresa LG não são satisfatórios e indicam que o consumidor pode acabar prejudicado. O Procon irá notificar a empresa para ajustar sua conduta e apresentar um plano adequado de atendimento que respeite o Código de Defesa do Consumidor”

Fonte: Slashgear