Mercado fechado
  • BOVESPA

    102.224,26
    -3.586,99 (-3,39%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.492,52
    -1.132,48 (-2,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,15
    -10,24 (-13,06%)
     
  • OURO

    1.785,50
    +1,20 (+0,07%)
     
  • BTC-USD

    54.507,95
    -3.315,75 (-5,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.365,60
    -89,82 (-6,17%)
     
  • S&P500

    4.594,62
    -106,84 (-2,27%)
     
  • DOW JONES

    34.899,34
    -905,04 (-2,53%)
     
  • FTSE

    7.044,03
    -266,34 (-3,64%)
     
  • HANG SENG

    24.080,52
    -659,64 (-2,67%)
     
  • NIKKEI

    28.751,62
    -747,66 (-2,53%)
     
  • NASDAQ

    16.051,00
    -315,00 (-1,92%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3485
    +0,1103 (+1,77%)
     

Divergência entre índices de inflação dispara na área do euro

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A inflação deu um salto na zona do euro, mas também mostra as maiores diferenças entre os países dos últimos anos, o que complica ainda mais o atual programa de estímulo do Banco Central Europeu.

Most Read from Bloomberg

A rapidez com que os preços ao consumidor estão subindo depende do país no bloco monetário de 19 nações. Na Estônia, onde os custos de energia estão em alta, a previsão é de inflação de 4% em 2021; na Grécia, onde as tarifas são regulamentadas, é de apenas 0,1%.

Embora as diferenças entre os países da zona do euro não sejam novidade, essa é a maior lacuna desde a crise de dívida soberana da região, o que destaca as deficiências de uma abordagem única para a política monetária.

Algumas das queixas mais ruidosas vêm da Alemanha, que tem aversão à inflação, onde os preços avançam no ritmo mais rápido em três décadas, pressionados pelo impacto dos gargalos da cadeia de suprimentos no setor manufatureiro. O provável próximo ministro das Finanças soou o alarme.

“A pressão sobre o BCE está aumentando”, disse Gertrud Traud, economista-chefe do Helaba, em Frankfurt. O problema com o atual aumento dos preços é que “não se sabe se é de curto prazo ou de longa duração”.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, está “confiante” de que a inflação elevada atual não exigirá taxas de juros mais altas em 2022 e que perderá força assim que os problemas da cadeia de abastecimento forem resolvidos. Mas a inflação já se mostra mais persistente do que se pensava anteriormente.

A Comissão Europeia prevê que os preços na zona do euro subirão 2,2% no próximo ano, acima da meta de 2% do BCE. Robert Holzmann, presidente do banco central da Áustria, disse esta semana que não descarta um “longo período onde a inflação será mais alta. ”

Para a Alemanha, a situação é atípica. A última vez que a inflação do país superou a dos quatro maiores países do bloco foi há cinco anos, quando era de apenas 0,4%, frente à projeção de 3,1% para este ano.

Most Read from Bloomberg Businessweek

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos