Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.093,88 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,94 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    33.697,46
    +1.026,71 (+3,14%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,20 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

Concessionários cortam previsão de venda de carros e comerciais leves em 2021, elevam de caminhões

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) -Distribuidores de veículos reduziram nesta sexta-feira a perspectiva de vendas de carros e comerciais leves novos no país este ano, mas elevaram as previsões para caminhões e ônibus, segundo dados da associação que representa o setor, Fenabrave.

A entidade cortou a previsão de alta de venda carros, informada no início do ano, de 15,4% para 10,2%, para 1,78 milhão de unidades, enquanto a estimativa de crescimento para comerciais leves foi revista de 17,9% para 13,2%, a 379,54 mil unidades.

Enquanto isso, a projeção de vendas de caminhões novos cresceu de 21,7% para 30,5%, para 116,4 mil veículos, e a previsão para ônibus passou de alta de 8,2% para 10,6%, para 20,15 mil unidades.

"A oferta de crédito tem crescido de forma importante e o 'spread' não tem subido de forma significativa. Deve continuar crescendo o crédito no restante do ano, mas desde que se tenha produtos", disse a assessora econômica da Fenabrave, Tereza Fernandez, economista-chefe da consultoria MB Associados.

Ela se referiu a um problema enfrentado pela indústria automotiva brasileira e global representado pela falta de componentes nas cadeias de fornecimento, notadamente de semicondutores.

Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, no primeiro semestre 201 mil carros e comerciais leves deixaram de chegar ao mercado nacional por causa da falta de peças. Em caminhões, a perda foi de 11.610 unidades.

"A normalização do fornecimento deve ocorrer a partir do segundo trimestre de 2022, a partir de abril", disse ele a jornalistas. Ele citou que a expectativa decorre de contatos da entidade com suas pares nos Estados Unidos, Europa e Ásia, além de fornecedores instalados no Brasil.

"Temos dificuldade de matéria-prima, e tem dificuldade de se atingir escala... Há até falta de pneu", disse o presidente da entidade.

Na quarta-feira, a Bridgestone anunciou que vai investir 700 milhões de reais em sua fábrica de pneus em Camaçari (BA), recursos que serão usados para expandir a capacidade em mais de 20%.

Em junho, as vendas de carros novos no país caíram 6,55% ante maio, para 133.318 unidades. Ante junho de 2020, os licenciamentos subiram 30,2%.

Já os emplacamentos de comerciais leves, categoria formada por SUVs, picapes e vans comerciais, subiram 10,8% ante maio e 78,1% ante junho do ano passado, para 36.271 unidades, segundo os dados da Fenabrave.

(Por Alberto Alerigi Jr., edição Paula Arend Laier e Maria Pia Palermo)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos