Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.035,17
    -2.221,19 (-1,98%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.592,91
    +282,64 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,66
    -1,87 (-2,94%)
     
  • OURO

    1.733,00
    -42,40 (-2,39%)
     
  • BTC-USD

    47.453,63
    +971,66 (+2,09%)
     
  • CMC Crypto 200

    912,88
    -20,25 (-2,17%)
     
  • S&P500

    3.811,15
    -18,19 (-0,48%)
     
  • DOW JONES

    30.932,37
    -469,64 (-1,50%)
     
  • FTSE

    6.483,43
    -168,53 (-2,53%)
     
  • HANG SENG

    28.980,21
    -1.093,96 (-3,64%)
     
  • NIKKEI

    28.966,01
    -1.202,26 (-3,99%)
     
  • NASDAQ

    12.905,75
    +74,00 (+0,58%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7577
    +0,0188 (+0,28%)
     

Distribuidoras de energia fecham 2020 com sobra contratual por pandemia, diz CCEE

·1 minuto de leitura
Linha de distribuição de energia em Itu (SP)

SÃO PAULO (Reuters) - As distribuidoras que atuam no Brasil fecharam 2020 com sobras de energia contratada em relação à demanda de seus clientes, após fortes impactos da pandemia de coronavírus sobre o consumo, disse nesta quinta-feira a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Esses excedentes podem gerar custos para consumidores e para as empresas, uma vez que a legislação setorial permite que sejam repassados às tarifas os gastos das elétricas com eventuais sobrecontratações de até 105%.

"No encerramento do ano, as empresas contavam com um volume contratado de energia que correspondia a 109,1% da carga registrada no período", disse a CCEE, em nota.

"De acordo com o levantamento, a contratação das empresas de distribuição só deve voltar a ficar abaixo dos volumes consumidos de energia em 2025", acrescentou a CCEE, que prevê uma sobrecontratação de 105,1% neste ano, perto do limite regulatório.

O consumo de energia no Brasil chegou a despencar quase 12% em abril do ano passado, quando prefeituras e governos estaduais decretaram quarentenas para tentar conter a disseminação do vírus.

Atualmente, a demanda já voltou para os níveis pré-Covid, mas as empresas de distribuição ainda têm pleiteado junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) algumas compensações pelos efeitos da pandemia sobre o mercado.

A agência deve avaliar os pleitos das empresas caso a caso ao longo de 2021.

Em meio aos impactos iniciais da pandemia sobre o setor elétrico, os ministérios de Minas e Energia e da Economia costuraram empréstimos emergenciais de 16 bilhões de reais às distribuidoras de energia por meio de um grupo de bancos. A operação será quitada nos próximos cinco anos, com repasse dos custos do financiamento às tarifas.

(Por Luciano Costa)