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Dissidência cria conselho que busca ajustar transição política em Cuba

·2 minuto de leitura
Homem conduz seu bicicletaxi perto de uma propaganda do oitavo congresso do Partido Comunista de Cuba

Um grupo de ativistas da oposição anunciou a criação de um Conselho para a Transição Democrática em Cuba, que será presidido pelo ex-político José Daniel Ferrer, informou em nota divulgada nesta terça-feira (15).

O Conselho nasceu "para unir propósitos e ações públicas em um momento em que a pluralidade e a diversidade estão voltando e transformando a sociedade cubana profunda e rapidamente", afirma o comunicado.

O governista Partido Comunista de Cuba (PCC) é reconhecido na Constituição cubana como a única organização política legal do país.

O conselho opositor afirma apelar ao artigo 3º da Constituição, que estabelece que a soberania reside no povo.

"Neste artigo, o Conselho para a Transição Democrática de Cuba também baseia sua legitimidade", ressalta o texto.

O governo cubano não reconhece legalmente a oposição política e considera seus ativistas "mercenários" a serviço dos Estados Unidos.

O grupo, formado por ativistas de dentro e fora da ilha, considera que as respostas do governo às demandas da população "ficaram obsoletas em uma sociedade dinâmica que está em plena transformação e reunificação".

No entanto, alerta que o conselho "não é uma coalizão. É um órgão estruturado de ação e pensamento públicos nas diferentes esferas da sociedade cubana".

Além disso, "pretende representar a todos - a diversidade é sua visão -, mas está aberto à participação de pessoas" que queiram colocar suas propostas "dentro de uma mesma cesta", afirmou.

José Daniel Ferrer García, um ex-político de 50 anos, fundador e líder da União Patriótica de Cuba (UNPACU), preside esse conselho.

Foi um dos 75 presos políticos da chamada Primavera Negra de 2003, quando foi condenado a 25 anos de prisão.

Em 2011, foi libertado com licença extra-criminal e fundou a UNPACU, em Santiago de Cuba, no extremo leste da ilha, onde reside.

Junto a ele está Boris González, jornalista e integrante da Mesa da Unidade de Ação Democrática, que será porta-voz suplente.

Também foram eleitos como vice-presidentes Félix Navarro, Iván Carrillo, Iris Ruiz, Marthadela Tamayo, Sara Cuba, Manuel Cuesta, José Cásares, José Díaz e Enix Berrios.

O conselho esclareceu que sua primeira conformação surgiu do consenso, mas "eleições livres, justas, pluralistas, democráticas e transparentes irão reger sua conformação estrutural".

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