Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -635,14 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,13 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    +0,49 (+0,70%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -16,90 (-0,89%)
     
  • BTC-USD

    35.741,27
    +976,48 (+2,81%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,36 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,25 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,83 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    +33,00 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1926
    +0,0391 (+0,64%)
     

Dispositivo rastreia remotamente a atividade cerebral de pessoas com Parkinson

·1 minuto de leitura

Na útlima segunda-feira (3), cientistas publicaram na revista científica Nature um novo estudo que possibilita um avanço no combate à doença de Parkinson. Trata-se de um dispositivo que permite rastrear remotamente a atividade cerebral.

Com base em informações transmitidas pelo dispositivo, os responsáveis pelo estudo ajustaram remotamente o nível de estímulo cerebral em cada paciente. Esse estímulo envolve o uso de eletrodos, permitindo um alívio dos sintomas. Antes, isso só podia ser feito presencialmente. Até então, era impossível monitorar a atividade cerebral de indivíduos por longos períodos de tempo enquanto eles estavam em casa. Agora, isso é possível.

No estudo, os pesquisadores implantaram eletrodos no córtex motor de cada paciente, permitindo transmitir sem fio a atividade neural. Eles também coletaram informações sobre os movimentos dos pacientes, por meio de sensores.

Dispositivo rastreia remotamente a atividade cerebral de pessoas com Parkinson (Imagem: twenty20photos/envato)
Dispositivo rastreia remotamente a atividade cerebral de pessoas com Parkinson (Imagem: twenty20photos/envato)

O dispositivo é responsável por novas possibilidades para o tratamento da doença de Parkinson e de vários outros distúrbios neurológicos, mas os pacientes levantaram uma questão: a privacidade. Frente a isso, o grupo alegou que cada paciente deve fazer a escolha do quão profunda deve ser essa análise de seus cérebros.

Coincidentemente, no mês passado, aconteceu o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, ocasião em que o Canaltech trouxe à tona como a tecnologia está envolvida no futuro do combate à doença.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: