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Disney passa por problemas de gestão e queda nas ações

O mundo encantado da Disney está tumultuado por conflitos. Longe das telas, a companhia tem atravessado controvérsias internas de gestão que resultaram nesta semana no desligamento de Peter Rice, chefe de televisão da empresa. A crise também se estende ao mercado financeiro com a queda anual acumulada em 33% das ações da ‘gigante do entretenimento’.

A pioneira do mercado de animação, fundada pelos irmãos Walt Disney e Roy Oliver Disney em 1923, é conhecida por parques temáticos e estende seus negócios para muitos ramos, que incluem teatro, cinema,  televisão,  música, rádio,  mídia online, games, produtos de consumo e eventos. Crises no comando da empresa, ameaças de greve dos trabalhadores dos parques da Flórida e perda de assinantes no streaming têm dificultado o ‘felizes para sempre.’

A operadora de redes de televisão pagas e detentora de subsidiárias como Lucasfilm, Marvel Entertainment, Pixar e ABC desligou o executivo responsável pela estratégia de televisão. A demissão sem aviso prévio foi feita  por Bob Chapek, CEO da companhia. A justificativa foi o pouco espírito de equipe do presidente de conteúdo geral de entretenimento que já havia sido cogitado como um nome para ser CEO da empresa.

A notícia do corte do executivo gerou a queda dos papéis da Disney em 3,8%. Peter Rice era supervisor de programas transmitidos pelas redes da Disney e trabalhava na empresa desde 2019. Chapek, o atual CEO, está em gestão desde antes da pandemia. Foi em fevereiro de 2020 que ele assumiu e, desde então,  mexeu com algumas autonomias como a de executivos criativos aprovarem programas de TV e filmes. Na gestão de decisões consideradas impopulares, Chapeck lançou essa autoridade a gerentes com foco na distribuição dos produtos gerados pela referida indústria do entretenimento.

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