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Disney+ está considerando plano com anúncios

·2 minuto de leitura

Muito se fala sobre a possível criação de um pacote do Disney+ mais barato, com exibição de anúncios para compensar essa perda de receita. Essa é uma hipótese considerada e analisada com entusiasmo pelo CEO da companhia, Bob Chapek, mas que pode demorar a chegar devido às complexidades do público da plataforma e as necessidades regionais, em um tipo de demanda que o executivo considera maleável.

Falando em uma conferência de negócios promovida pelo grupo financeiro Goldman Sachs, Chapek falou com entusiasmo sobre a proposta do Hulu, que também pertence à Disney e tem planos de assinatura mais baratos, tanto no streaming quanto na TV ao vivo, com exibição de anúncios. Ele disse estar feliz com o que anda acontecendo por lá e que vê esta como uma boa oportunidade de monetização, mas pondera que, quando se trata de publicidade, uma experiência bem-sucedida não pode ser considerada absoluta.

O CEO afirma que a Disney possui a tecnologia necessária para entregar propagandas segmentadas e direcionadas, que sejam eficazes junto a tipos específicos de público. Por outro lado, ele aponta que é preciso entender as necessidades dos usuários do Disney+, que podem ser completamente diferentes daquelas do Hulu, ainda que enxergue o interesse do público em ambos da mesma forma, a partir de conteúdos que atraem grandes audiências e assinaturas.

Por outro lado, a conversa é sobre mídia de massa e, na visão de Chapek, não é possível ter uma abordagem de “tamanho único” para esse mercado, mesmo quando estamos falando de dois produtos de streaming de um mesmo conglomerado. O CEO também citou a grande parcela de espectadores infantis do Disney+, sem entrar em detalhes, mas antecipando eventuais desafios regulatórios que envolvem a exibição de publicidade para esse público.

Mais uma vez, a possibilidade de o Disney+ ganhar uma opção de assinatura mais barata, com exibição de anúncios, ficou no ar. O executivo enxerga essa como uma possibilidade, mas, ao mesmo tempo, disse estar satisfeito com o modelo atual, o que não significa que novas opções possam surgir no futuro — se ele é próximo ou distante, porém, não se sabe.

A diversificação de modelos de pagamento e opções é enxergada como uma forma de ampliar ainda mais a base de usuários, com versões mais baratas, por exemplo, servindo para alcançar maiores números em países emergentes. No caso do Hulu, também se trata de uma opção “importada” da televisão ao vivo, enquanto, para a Netflix, um caminho recente foi o lançamento de uma opção gratuita, por enquanto disponível em um único país e dando acesso a uma seleção limitada de conteúdos originais.

No Brasil, a assinatura do Disney+ custa R$ 27,90 por mês. Também está disponível um pacote que traz o serviço e sua plataforma-irmã, o Star+, por R$ 45,90 mensais.

Fonte: Canaltech

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