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Disney+ chega em novembro e empresa remove atrações dos concorrentes brasileiros

Beatriz Vaccari
·2 minutos de leitura

O Disney+ está finalmente chegando à América Latina um ano depois do lançamento oficial nos Estados Unidos. Já começando a preparar o consumidor brasileiro para a estreia, a companhia iniciou a retirada de todos os seus filmes, séries ou qualquer tipo de produção da Casa do Mickey que, até então, estava em outras plataformas de streaming.

Nas redes sociais, os usuários lamentaram a remoção de diversos títulos de animação do Prime Video, além de toda a franquia Star Wars, Piratas do Caribe e filmes da Marvel. Mas como já adiantado no anúncio do ano passado, o contrato de exclusividade com a plataforma duraria apenas um ano, até a chegada do Disney+ no Brasil.

Os consumidores não poderão assistir nenhum filme da Disney nas plataformas de streaming e nem mesmo em serviços on-demand, como Apple TV, iTunes, Google Play ou NOW. Até o mês passado, diversas produções estavam disponíveis para compra ou aluguel.

Essa é a primeira vez que um estúdio promove essa remoção em massa de plataformas de streaming, compra e aluguel. Essa jogada da Disney é justamente para fortalecer a campanha promocional do lançamento do Disney+ no Brasil e em toda a América Latina, no dia 17 de novembro. Vale lembrar que o catálogo do Disney+ contará com as animações clássicas, títulos da Pixar, filmes live-action da Disney Company, séries do Disney Channel, produções da Marvel, Star Wars, programas da National Geographic e alguns títulos da 20th Century Fox.

Serviço já tem data marcada para chegar à América Latina
Serviço já tem data marcada para chegar à América Latina

Disney+ chega para competir com Netflix

Com lançamento marcado para 17 de novembro no Brasil e América Latina e um catálogo recheado de produções clássicas e títulos originais, como The Mandalorian, High School Musical: The Musical: The Series e WandaVision, o Disney+ desembarca no país trazendo não só seu conteúdo para concorrer com as outras plataformas de streaming, mas também para fazer o público brasileiro colocar a mão no bolso.

Conforme vazado por um bug do aplicativo nos Estados Unidos, o preço em reais já apareceu para usuários que tentaram se cadastrar com credenciais brasileiras. Na plataforma, há a indicação de que a assinatura será de R$ 28,99 por mês ou por R$ 289,99 no plano anual, dando desconto de dois meses. O preço bate de frente com o da Netflix, sendo que a assinatura da versão mais básica para apenas uma tela e conteúdo em HD sai por R$ 21,90 mensais, sendo que a versão com conteúdo em Full HD para duas telas eleva o preço a R$ 32,90.

Fonte: Canaltech

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