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Disco rígido feito com grafeno armazena dez vezes mais dados

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Disco rígido feito com grafeno armazena dez vezes mais dados
Disco rígido feito com grafeno armazena dez vezes mais dados

Discos rígidos ou hard drives, chame como quiser, de ultra-alta densidade são os HDD. Esses dispositivos podem ser feitos de grafeno, o que eleva a capacidade de armazenamento em dez vezes, se comparado aos HDs com tecnologia atual. Pelo menos, foi o que pesquisadores do Cambridge Graphene Center observaram.

Os HDDs de grafeno não são novidades. Eles apareceram pela primeira vez na década de 1950. Mas, o uso como dispositivos de armazenamento em computadores pessoais só cresceu três décadas depois. Os anos se passaram e os dispositivos passaram a ser cada vez menores e mais densos.

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Compostos por pratos e uma cabeça como componentes principais, as camadas superiores dos HDDs são feitos atualmente à base de carbono (COC). Isso protege os pratos de danos mecânicos e corrosão. Com menores espessuras, eles abrem mais espaço para o disco.

Foi assim que os pesquisadores fizeram a multiplicação do espaço por dez, ao usar o grafeno. Eles substituíram as camadas de carbono comerciais por quatro de grafeno e testaram atrito, desgaste, corrosão, estabilidade térmica e a compatibilidade do lubrificante.

Mais fino que o material anterior, o grafeno ainda cumpre as propriedades necessárias para uma camada superior de um HDD. O nanomaterial de carbono protege contra corrosão (2,5 vezes menor), tem baixo atrito (duas vezes menos), resistência ao desgaste, dureza, compatibilidade de lubrificante e suavidade de superfície.

Baterias de grafeno, material à base de carbono, podem revolucionar a tecnologia
Ilustração do arranjo de átomos de carbono em uma bateria de grafeno. Imagem: Reprodução

Os pesquisadores ainda transferiram o grafeno para discos rígidos feitos de ferro-platina como camada de gravação magnética e testaram Gravação Magnética Assistida por Calor (HAMR). Os COCs nos dispositivos atuais não funcionam nas altas temperaturas. O grafeno sim.

Com o nanomaterial, é possível ter um armazenamento superior a 10 terabytes por polegada quadrada. “Isso impulsionará ainda mais o desenvolvimento de novas unidades de disco rígido de alta densidade de área”, disse Anna Ott, coautora do estudo e integrante do Cambridge Graphene Center.

Além dos cientistas do Cambridge Graphene Center, participaram do estudo equipes da Universidade de Exeter, também no Reino Unido, Índia, Suíça, Singapura e Estados Unidos. A pesquisa foi publicada em artigo na revista científica Nature Communications.

Via: Phys

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