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'Grande renúncia': entenda o movimento no mercado de trabalho nos EUA

·3 min de leitura
Diretores e CEOs pensam cada vez mais em deixar empresas em meio a
Diretores e CEOs pensam cada vez mais em deixar empresas em meio a "grande renúncia". (Foto: Getty Creative)
  • Depois de trabalhadores comuns, agora são diretores e CEOs que engrossam pedidos de demissão;

  • Fenômeno nos Estados Unidos é conhecido como "grande renúncia";

  • Estudo demonstra rotatividade de CEOs nas empresas, mas sem mudança de representatividade;

O fenômeno da "Grande Renúncia" tem sido forte nos Estados Unidos nos últimos meses, e agora é mais engrossado por diretores de empresas e CEOs que pedem demissão no país. Segundo dados de estudo da Heidrick & Struggles, a rotatividade de CEOs disparou no primeiro semestre de 2021, quando as empresas procuraram novos talentos para enfrentar as consequências da pandemia de COVID-19 e CEOs estressados ​​buscaram uma mudança de carreira.

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Nos Estados Unidos, o fenômeno ganha cada vez mais força no mercado de trabalho local. Um recorde de 4,3 milhões de trabalhadores norte-americanos demitiram-se de seus empregos em agosto, de acordo com novos dados do Departamento de Trabalho do governo norte-americano, com um número que chega a 20 milhões de trabalhadores, se medido até abril.

Estudo demonstra rotatividade de CEOs nas empresas

Segundo estudo da Heidrick divulgado pela agência Reuters, houve 103 nomeações de CEO no primeiro semestre de 2021 de 1.095 empresas em 24 regiões estudadas, incluindo os Estados Unidos, China e alguns países europeus. Seis meses antes, no segundo semestre de 2020, apenas 49 empresas mudaram de CEO, de acordo com o estudo.

A maioria das empresas manteve seus líderes no ano passado, enquanto se fechavam para lidar com os desafios da pandemia. Mas, "à medida que [a pandemia] diminuiu com a ajuda das vacinas, as empresas sentiram que estavam estáveis ​​o suficiente para encontrar um novo líder", segundo Jeff Sanders, sócio da Heidrick & Struggles, que desenvolveu a pesquisa.

As descobertas ilustram como os CEOs não estão imunes à exaustão que varreu centenas de milhões de trabalhadores em todo o mundo desde o início da pandemia e levou muitos a considerarem um novo emprego ou estilo de vida em uma onda que tende a continuar. "Acreditamos que isso só vai acelerar no ano que vem, pois as pessoas adiaram suas aposentadorias", disse Sanders à agência Reuters.

Outra grande descoberta foi a relutância de muitos conselhos em encontrar fisicamente os candidatos a CEO ou fazer apostas arriscadas em pessoas de fora enquanto a pandemia persiste favoreceu os candidatos internos, concluiu o estudo. Quase dois terços dos novos CEOs eram candidatos internos, contra pouco mais da metade durante o mesmo período em 2020.

As mulheres representaram 13% dos novos CEOs no primeiro semestre deste ano, ante 6% no período anterior nas regiões estudadas pelo relatório. Por outro lado, a rotatividade não levou a grandes avanços na diversidade, de acordo com o estudo. A pesquisa descobriu que 3% dos CEOs da Fortune 100 são negros, 4% são hispânicos ou latinos, 4% são asiáticos e apenas 1% são do Oriente Médio ou do norte da África.

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