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Diretor do BC diz que segunda onda deve ter choque econômico diferente

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
COVID-19 no Brasil. (Foto: Fabio Teixeira/NurPhoto via Getty Images)
COVID-19 no Brasil. (Foto: Fabio Teixeira/NurPhoto via Getty Images)

O diretor de política monetária do Banco Central brasileiro, Bruno Serra, compartilhou nesta terça-feira (12) publicamente sua visão sobre os possíveis efeitos no curto prazo da segunda onda da COVID-19 pela qual o país passa atualmente.

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Após uma diminuição nos casos e óbitos no segundo semestre de 2020, com a volta no aumento da circulação das pessoas pelos centros urbanos, os números começaram a subir novamente, e seguem em alta.

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Mas, na visão de Serra, é possível que o choque econômico dessa vez seja diferente. As informações são de reportagem do jornal O Estado de S.Paulo.

“Não é nada simples reprisar o choque que vivemos em março e dizer que o impacto agora vai ser o mesmo”, disse em evento transmitido pela internet.

De forma sutil, Serra sugere que, com menores restrições, desta vez o impacto pode ser menor.

Mas ainda não está claro quais serão as medidas tomadas pelos governadores frente à nova subida de casos.

Segundo o argumento de Serra, então, a dureza das medidas deve ditar como o Brasil se sairá nessa segunda onda.

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