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Diretor de "O Diabo de Cada Dia", da Netflix, é filho de jornalista do Manhattan Connection

Rafael Monteiro
·3 minutos de leitura
Estrelado por Robert Pattison, "O Diabo de Cada Dia", da Netflix, é uma obra com pé no Brasil (reprodução)
Estrelado por Robert Pattison, "O Diabo de Cada Dia", da Netflix, é uma obra com pé no Brasil (reprodução)

Além de Robert Pattinson e Tom Holland, você precisa prestar atenção em um outro nome de “O Diabo de Cada Dia”, novo filme da Netflix: Antonio Campos. O diretor meio-brasileiro é filho do jornalista Lucas Mendes, do Manhattan Connection, e pode aparecer no Oscar graças à contribuição da mãe e do irmão, Paulo Campos, co-roteirista da obra.

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Uma família do cinema

TORONTO, ON - SEPTEMBER 14:  (L-R) Director Antonio Campos supported by his mother Rose Ganguzza for the "Christine" Premiere held at The Elgin Theatre during the Toronto International Film Festival on September 14, 2016 in Toronto, Canada.  (Photo by Jeremychanphotography/Getty Images)
Antonio Campos e a mãe Rose Ganguzza (Photo by Jeremychanphotography/Getty Images)

Antonio Campos é fruto do relacionamento do jornalista Lucas Mendes com a produtora estadunidenses de filmes independentes Rose Ganguzza. Chamada no meio de "a madrinha dos jovens cineastas", Ganguzza teve influência direta na carreira dos filhos - um cineasta, Antonio Campos, e outro roteirista, Paulo Campos. Foi, aliás, ela que produziu o primeiro longa de Antonio, Depois da Escola (2008), estrelado por Ezra Miller. Paulo faz a sua estreia como co-roteirista em "O Diabo de Cada Dia" - obra que não teve o envolvimento de Rose.

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Antonio Campos nasceu em Nova York

O diretor tem raízes brasileiras, mas nasceu em 24 de agosto, em Nova York. Apesar de ter passado quase toda a vida nos Estados Unidos, ele não deixa de falar português em entrevistas quando requisitado, como mostra a entrevista abaixo.

Queridinho da Netflix

“O Diabo de Cada Dia” não é a primeira contribuição de Antonio para o serviço de streaming. Ele é produtor executivo da série “The Sinner”, da qual dirigiu cinco episódios; além disso ainda teve uma breve participação como diretor de um episódio da primeira temporada de “O Justiceiro”.

Nome forte no Oscar?

Apesar de ter o nome ventilado em apostas para o Oscar 2021, o diretor não pensa em premiações - pelo menos por enquanto. Tem a pressão de saber o que as pessoas vão pensar. O importante para mim é que as pessoas gostem do filme, tenham uma reação forte, e que a equipe esteja feliz com o trabalho. Depois, não sei. Eu sei que neste momento a Netflix está dando muita força para o filme, o que significa muito para mim", disse o meio-brasileiro ao Uol.

Uma resposta aos acontecimentos do mundo

O filme é baseado no livro de Donald Ray Pollock, “O Mal Nosso de Cada Dia”. Embora tenha sido originalmente lançado em 2011, os irmãos Campos acreditam que a trama sombria sobre uma cidadezinha dos Estados Unidos reflete perfeitamente os dias de hoje. "Esta realmente é uma história diferente de outros filmes que estão saindo recentemente nas plataformas digitais. É um ano complicado, diante do que está acontecendo no mundo. Mas acredito que O Diabo de Cada Dia dialoga com a religião e o extremismo, e sua temática fala diretamente com este tempo em que vivemos", falou Antonio ao Adorocinema.

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