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Diretor de "Me Chame Pelo Seu Nome" critica militância LGBT: "absurdo só gay interpretar gay"

Rafael Monteiro
·2 minutos de leitura
Timothée Chalamet e Armie Hammer  em cena de Me Chame Pelo Seu Nome (reprodução)
Timothée Chalamet e Armie Hammer em cena de Me Chame Pelo Seu Nome (reprodução)

Luca Guadagnino recebeu críticas por "Me Chame Pelo Seu Nome" (2017) de quem menos esperava: a militância LGBT. Em entrevista ao jornal The Independent, o diretor italiano, assumidamente gay, se defendeu da acusação de ter se "esquecido da representatividade" ao escalar dois atores heterossexuais (Armie Hammer e Timothée Chalamet) para viver o casal do filme.

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"Eu li muito sobre Freud para levar a sério esse tipo de crítica. O que significa que honestamente eu não tenho direito de decidir se um ator é hétero ou não", falou ele. "Quem sou eu para saber o que alguém pensa de si mesmo dentro de si?"

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"Sim, Armie é um homem heterossexual com mulher e filhos e o mesmo pode ser dito de Timothée. Mas devo pedir-lhes que jurem por sua sexualidade, por suas identidades, por seus desejos, antes de eu os escalar? Eu não!", continuou o cineasta, dizendo que é "absurdo só atores gays interpretarem personagens homossexuais".

Italian director Luca Guadagnino at the 77 Venice International Film Festival 2020. Venice (Italy), September 6th, 2020 (Photo by Rocco Spaziani/Archivio Rocco Spaziani/Mondadori Portfolio via Getty Images)
Luca Guadagnino (Photo by Rocco Spaziani/Archivio Rocco Spaziani/Mondadori Portfolio via Getty Images)

"As identidades dos homens gays são tão múltiplas quanto as flores no reino da terra. Portanto, não existe uma identidade gay. Uma pessoa que é gay é completamente diferente de outra que é gay", analisou o cineasta. Para finalizar o seu raciocínio, ele usou o personagem de Armie Hammer, Oliver.

"Se eu tiver que ser preciso nesse tipo de observação maçante, eu poderia elencar Oliver, mas Oliver não existe. Ele é uma criatura de André Aciman [autor do livro em que se baseia o roteiro do longa]. Voltamos ao último ponto que quero destacar, que é que a beleza de atuar é a possibilidade da criação e incorporação de novos seres por meio da arte de atuar", concluiu.

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