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Diretor de ciclismo da Alemanha é enviado para casa após comentários racistas em Tóquio

·1 minuto de leitura
Prova de ciclismo durante a Olimpíada Tóquio 2020

Por Karolos Grohmann

TÓQUIO (Reuters) - O diretor esportivo da federação alemã de ciclismo, que estava na Olimpíada de Tóquio, foi instruído a voltar para casa após fazer comentários racistas durante a prova de contrarrelógio masculina na quarta-feira, informou a equipe alemã nesta quinta-feira.

"A liderança da equipe nos Jogos Olímpicos de Tóquio decidiu que Patrick Moster não pode continuar seu trabalho como líder da seleção nacional de ciclismo e retornará à Alemanha", disse a equipe em comunicado.

Moster fez os comentários durante a prova de contrarrelógio de estrada, enquanto tentava estimular um dos ciclistas da Alemanha.

"Peguem os camelos, vamos lá", ele foi ouvido gritando com Nikias Arndt, que perseguia os oponentes Azzedine Lagab da Argélia e Amanuel Ghebreigzabhier da Eritreia, ambos do continente africano.

Moster se desculpou mais tarde, culpando seus comentários pelo "calor do momento", e disse não ser racista.

O Comitê Olímpico Alemão (DOSB) levou cerca de 24 horas para emitir um comunicado sobre o incidente, levantando dúvidas sobre a demora no tratamento do caso, uma vez que a Federação Internacional de Ciclismo (UCI) havia condenado as declarações já na quarta-feira.

O DOSB acabou dizendo que não era mais possível manter Moster em Tóquio, depois que seus comentários causaram um grande furor nos Jogos, bem como em casa.

"Continuamos convencidos de que suas desculpas públicas ontem por suas declarações racistas são genuínas", disse o presidente do DOSB, Alfons Höermann. "Mas com esse deslize, o Sr. Moster violou os valores olímpicos. 'Fair-play', respeito e tolerância não são negociáveis ​​para a equipe alemã."

(Por Karolos Grohmann)

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