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Diretor do Butantan classifica variante indiana como de "extrema preocupação"

·2 minuto de leitura

Até o momento, quatro estados brasileiros — Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais — já registraram a presença da variante indiana (B.1.617.2) do coronavírus SARS-CoV-2. Durante participação na CPI da COVID na quinta-feira (27), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que esta cepa do vírus da COVID-19 é de "extrema preocupação".

"Variante da Índia, vamos chamar assim, ela já está sendo introduzida aqui no país. O salto da epidemia que teve na Índia nos últimos meses foi devido a essa variante. Então, é uma variante de extrema preocupação", explicou Covas. Anteriormente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já classificou a B.1.617.2 como uma variante de preocupação (VOC – Variant of Concern).

Chegada de variante indiana causa preocupação em diretor do Instituto Butantan (Imagem: Reprodução/IciakPhotos/Envato)
Chegada de variante indiana causa preocupação em diretor do Instituto Butantan (Imagem: Reprodução/IciakPhotos/Envato)

"Então, nós temos que fazer o acompanhamento genômico, testar uma porcentagem da população constantemente para saber qual é a extensão dessas variantes. Primeiro, para prevenir as questões das vacinas, testar se elas funcionam, e obviamente para tomar as medidas de isolamento", detalhou o diretor do Butantan sobre a situação.

CoronaVac é eficaz contra a variante indiana do coronavírus?

Diante dos potenciais riscos da variante indiana para o Brasil, é importante que o Butantan coordene estudos sobre a proteção desencadeada pelo imunizante CoronaVac contra a nova cepa, como apontou Covas. No entanto, ainda não há resultados sobre a eficácia da fórmula, já que ainda não foi identificada a circulação comunitária da variante, ou seja, apenas pessoas que viajaram para o exterior contraíram a B.1.617.2.

Em coletiva de imprensa no dia 18 deste mês, o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, explicou que a capital se preparava com antecedência para a chegada da variante indiana e que este monitoramento era feito em conjunto com o Butantan. “Há três semanas, a secretaria municipal de Saúde e o Instituto Butantan iniciaram estudos de novas variantes na capital para que possamos nos preparar e detectar as variantes que estão circulando na cidade. Já fizemos coletas de testes sorológicos que estão sendo agora estudados pelo Instituto Butantan”, comentou o secretário, na época.

Fonte: Canaltech

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