Mercado abrirá em 2 h 15 min
  • BOVESPA

    110.334,83
    +299,66 (+0,27%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.784,58
    +191,67 (+0,43%)
     
  • PETROLEO CRU

    60,63
    -0,01 (-0,02%)
     
  • OURO

    1.726,00
    +3,00 (+0,17%)
     
  • BTC-USD

    49.164,76
    +1.843,08 (+3,89%)
     
  • CMC Crypto 200

    988,70
    +2,05 (+0,21%)
     
  • S&P500

    3.901,82
    +90,67 (+2,38%)
     
  • DOW JONES

    31.535,51
    +603,14 (+1,95%)
     
  • FTSE

    6.620,53
    +32,00 (+0,49%)
     
  • HANG SENG

    29.095,86
    -356,71 (-1,21%)
     
  • NIKKEI

    29.408,17
    -255,33 (-0,86%)
     
  • NASDAQ

    13.213,75
    -66,00 (-0,50%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7721
    -0,0235 (-0,35%)
     

Dinossauro encontrado na Argentina pode ser o maior conhecido

·1 minuto de leitura
Imagens mostram a escavação de fósseis de 98 milhões de anos no sudoeste da Argentina, que uma investigação mostrou corresponder a um saurópode, que pode superar em tamanho o Patagotitan, o maior dinossauro já identificado.

Restos fósseis encontrados em 2012 no sudoeste da Argentina correspondem a um saurópode de 98 milhões de anos, cujo tamanho pode superar o do Patagotitan mayorum, o maior dinossauro já conhecido, segundo uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (20).

Os ossos são 10% a 20% maiores que os do patagotitano mayorum, que pesava cerca de 70 toneladas e media cerca de 40 metros de comprimento, explicou Alejandro Otero, pesquisador do Museu La Plata em relatório publicado pela Agência de Divulgação Científica da Universidade Nacional de La Matanza (Ctys-UNLM).

“O que foi encontrado até agora são as primeiras 24 vértebras da cauda, partes da cintura pélvica e da cintura peitoral. Os restos continuam sob a rocha e continuaremos seu resgate em campanhas futuras”, disse o autor da primeira comunicação sobre o exemplar publicada na revista científica Cretaceous Research.

Os trabalhos de escavação só começaram em 2015, disse ao CTys-UNLM o paleontólogo José Luis Carballido, que conduziu os estudos sobre o Patagotitan e avistou o novo exemplar no vale do rio Neuquén.

Carballido é pesquisador do Museu Egidio Feruglio e do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet).

O exemplar apareceu na formação Candeleros, uma unidade rochosa com cerca de 98 milhões de anos, disse o geólogo Alberto Garrido, diretor do Museu de Ciências Naturais de Zapala, na província de Neuquén.

ls/ll/jc/mvv