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Dinossauro de crista encontrado no México era calmo, mas barulhento

·2 minuto de leitura

Quase 10 anos após a descoberta de fósseis de um dinossauro no México, finalmente os cientistas do Instituto Nacional de Antropologia e História do México anunciaram a identificação da criatura. Batizada de Tlatolophus galorum, a nova espécie, que contava com uma grande crista, era herbívoro e pisou na Terra há cerca de 72 a 73 milhões de anos.

A pesquisa teve início ainda em 2013, quando os restos da criatura foram encontrados na região de Coahuila, no noroeste do México. A identificação do dinossauro foi feita assim que 80% do seu crânio foi desenterrado, permitindo então que os pesquisadores o comparassem com outras espécies já conhecidas.

Alejandro Ramírez, um dos pesquisadores responsáveis pela descoberta, conta que assim, que conseguiram encontrar a cauda do Tlatolophus galorum, a escavação passou a trazer mais surpresas. "Começamos a encontrar ossos como o fêmur, a escápula e outros elementos", conta o cientista. Também foram encontradas a crista de 1,32 metro de comprimento, as mandíbulas superiores e inferiores, o palato e a caixa craniana, onde fica o cérebro.

<em>Imagem: Reprodução/INAH/Luis V. Rey</em>
Imagem: Reprodução/INAH/Luis V. Rey

Os cientistas contam também que a criatura pode ter morrido em um espaço coberto de água com sedimentos, o que justifica a sua boa condição de preservação. Acredita-se ainda que o dinossauro era capaz de ouvir sons de baixa frequência, além de emitirem sons fortes para espantar possíveis predadores ou ainda para fins reprodutivos. Sendo assim, eram animais pacíficos, mas "falantes".

Segundo os paleontólogos, a crista do dinossauro é semelhante a um símbolo usado pelo povo Mesoamericano em manuscritos antigos, como forma de representar a ação da comunicação e do próprio conhecimento. O nome Tlatolophus é derivado de um termo do idioma indígena mexicano, e de uma palavra grega que significa "tórax". Já galorum é uma referência aos pesquisadores que participaram da descoberta.

Fonte: Canaltech

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