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'Dinheiro esquecido': o que fazer se perdi o agendamento?

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'Dinheiro esquecido': o que fazer se perdi o agendamento?
'Dinheiro esquecido': o que fazer se perdi o agendamento?
  • Dinheiro esquecido: Banco Central informa que não há risco de perder seus valores a receber;

  • Valores continuarão guardados pelas instituições financeiras;

  • Cliente deverá solicitar novamente o resgate.

O Banco Central divulgou no fim de março um calendário para o resgate de dinheiro esquecido em bancos pelo sistema de Valores a Receber (SVR). Mas, caso o usuário perca a data agendada para resgatar o valor, o que pode ser feito?

Caso o usuário tenha perdido a data de agendamento, o Banco Central informa que não há risco de perder seus valores a receber, pois eles continuarão guardados pelas instituições financeiras, esperando que o cliente bancário solicite a devolução, quando as consultas ao SVR forem retomadas.

As consultas ao Sistema de Valores a Receber (SVR) estão suspensas até o dia 2 de maio. Até lá, o Banco Central vai divulgar a data de reabertura do sistema para novas consultas e resgate dos saldos existentes, além de informações sobre valores de falecidos.

O Banco Central (BC) informou que das 32,4 milhões de contas de pessoas físicas com valores a receber, 13,8 milhões terão menos de R$ 1. No momento, as pesquisas estão suspensas.

O Sistema de Valores a Receber (SVR), que permite a consulta e saque desses valores, tem decepcionado muitas pessoas que esperavam dar a sorte grande e encontrar um bom dinheiro inesperado.

Mas, novamente, na segunda etapa de consulta dos valores a receber, iniciada em março, há grande decepção: há muitos casos de pessoas que terão direito a centavos, ou poucos reais.

Dos 32,3 milhões, apenas 1.318 tem mais de R$ 100 mil para recuperar no sistema. Outros 36 mil têm entre R$ 10 mil e R$ 100 mil e 364,8 mil tem entre R$ 1.000 e R$ 10 mil.

Os recursos podem ter sido esquecidos em contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o Banco Central; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.

O grosso das 32,3 milhões de contas de 27,3 milhões de CPFs tem pouco dinheiro a receber. No levantamento do BC, 2,7 milhões de pessoas tem entre R$ 100 e R$ 1.000. Mais 6,6 milhões tem entre R$ 10 e R$ 100 e outros R$ 8,7 milhões tem entre R$ 1 e R$ 10.

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