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Dinamarca analisa complicação inflamatória como possível efeito colateral das vacinas

·1 minuto de leitura
A Dinamarca decidiu na primavera (boreal) deixar de usar as vacinas da AstraZeneca e da Johnson & Johnson em sua campanha de vacinação, por causa dos posssíveis efeitos colaterais

A Agência Dinamarquesa de Medicamentos anunciou nesta quinta-feira (26) que estuda a possível ligação entra a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (SIM-PedS) e as vacinas contra a covid-19, depois de detectar um caso suspeito em um adolescente vacinado.

"A Agência Dinamarquesa de Medicamentos, em colaboração com a EMA (Agência Europeia de Medicamentos), quer saber se um estado inflamatório raro, o SIM-PedS, detectado como efeito colateral da covid-19 em crianças e adolescentes, pode ser provocado pela vacina", escreveu em um comunicado.

Segundo a agência dinamarquesa, "não sabemos se está relacionado com a vacina, mas também não pode ser descartado".

Este estudo (do qual ainda não se sabe as datas) não altera as recomendações das autoridades de saúde, que continuam pedindo que as crianças de mais de 12 anos se vacinem contra a covid-19.

A síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica é uma complicação extremamente rara e grave que afetou algumas crianças e adolescentes infectados com o coronavírus.

No início de agosto, as autoridades de saúde dinamarquesas foram informadas sobre um caso desta síndrome em um adolescente de 17 anos que não havia se contagiado com a covid-19, mas que recebeu a vacina da Pfizer/BioNTech.

O jovem se recuperou.

Mais de 4 milhões de pessoas (70% da população) foram vacinadas na Dinamarca, 300.000 delas entre 12 e 19 anos.

Na última primavera (boreal, outono no Brasil), este país de 5,8 milhões de habitantes decidiu deixar de usar as vacinas da AstraZeneca e da Johnson & Johnson em sua campanha de vacinação, por causa dos possíveis efeitos colaterais.

cbw/nzg/lpt/grp/mb/aa/tt

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