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Dia do sexo | O que mudou depois da pandemia?

Nesta terça-feira (6), comemora-se o dia do sexo! Trazemos, aqui, uma reflexão acerca do que mudou nas relações por causa da pandemia. Para se ter noção, em um relatório do Bumble (primeiro aplicativo de namoro e rede social focado no empoderamento feminino), em um ano, durante a pandemia, cerca de 40% dos entrevistados disseram que abordaram suas vidas sexuais de maneira diferente.

Segundo a terapeuta sexual Megan Fleming, foram cenários difíceis de namoro: como encontrar uma nova pessoa significava arriscar a exposição à covid-19, os solteiros colocam mais consideração em quem valia a pena namorar.

Enquanto isso, casais que estavam presos juntos em quarentena tinham tempo infinito para explorar os limites de suas vidas sexuais, por isso passaram a experimentar outras coisas e usaram do momento para tirar o máximo proveito a dois.

Como a covid-19 virou sinônimo de isolamento, alguns responderam a isso procurando relacionamentos pela primeira vez em anos. Assim, a terapeuta percebeu mais pessoas se afastando do sexo casual e se tornando mais interessadas em relacionamentos.

Por sua vez, o pesquisador Justin Lehmiller observou pessoas se casando e relacionamentos se fortalecendo, já que as muitos "se adaptaram e encontraram uma maneira de lidar com essas circunstâncias realmente desafiadoras.”

O que mudou no sexo depois da pandemia?

As pessoas ficaram mais suscetíveis a experimentações durante e após a pandemia, segundo especialistas (Imagem: Sasin Tipchai/Pixabay)
As pessoas ficaram mais suscetíveis a experimentações durante e após a pandemia, segundo especialistas (Imagem: Sasin Tipchai/Pixabay)

Tanto Fleming quanto Lehmiller repararam que as pessoas usaram mais brinquedos sexuais e exploraram novas maneiras após a pandemia, e ambos atribuem essa experimentação ao estresse, sob o argumento de que algumas pessoas, quando estão estressadas ou ansiosas, recorrem ao sexo como forma de lidar com isso e aliviar a pressão.

Já notamos, aqui no Canaltech, que a pandemia também destacou práticas online, como o sexting, termo usado para designar o envio ou recebimento de conteúdo íntimo por dispositivos móveis. A situação também destacou outra possibilidade de se obter prazer com o seu parceiro mesmo a distância: a chamada de vídeo.

A tecnologia também fez seu papel no sexo durante a pandemia através de brinquedos como vibradores com app, em que o casal pode se conectar via Wi-Fi ou Bluetooth, pensado justamente para quem está distante. Basicamente, a dupla simula as ações dos órgãos sexuais, e pode ser usada através do aplicativo e com o toque. Trata-se de uma prática que pode continuar mesmo hoje, momento em que as pessoas já se encontram mais, em comparação com os últimos anos.

Fonte: Canaltech

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