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Deutsche vê risco de S&P 500 cair mais 25% se houver recessão

(Bloomberg) -- Aumentam os riscos para uma recuperação sustentada das ações americanas, e elas podem cair mais 25% se a economia entrar em recessão, segundo estrategistas do Deutsche Bank.

Com lucros prestes a encolher, múltiplos de preço ainda altos e uma possível contração econômica, o cenário fundamental para as ações é desafiador, disseram estrategistas liderados por Binky Chadha em nota. Mesmo assim, o posicionamento dos investidores em renda variável é baixo, acrescentaram.

“No caso de entrarmos em recessão, a liquidação ainda terá muito fôlego”, disse Chadha, reiterando que o índice S&P 500 pode cair para até 3.000 pontos em seu pior cenário — quase 25% abaixo do fechamento de quarta-feira. Se a recessão for evitada, “esperamos que o mercado suba acentuadamente para os picos anteriores”, disse. Seu cenário-base ainda é de alta até o final do ano.

Entre os principais riscos para as ações estão os múltiplos altos em meio a “lucros elevados de final de ciclo”, escreveram os estrategistas do Deutsche. Embora a temporada de balanços do segundo trimestre tenha sido mais forte do que o esperado, isso se deve principalmente aos preços mais altos do petróleo que beneficiaram as empresas de energia, disse Chadha, acrescentando que o crescimento dos lucros pode desacelerar a partir daqui ou até cair.

Essa visão é consistente com as do Goldman Sachs e do Morgan Stanley, que alertou esta semana que as ações poderiam deslizar para novas mínimas em meio à desaceleração do crescimento econômico. O S&P 500 já apagou cerca de metade da alta de verão que começou em meados de junho, à medida que o otimismo sobre lucros murchou e os investidores ficaram mais preocupados que o Federal Reserve vai permanecer hawkish por mais tempo.

Chadha disse, no entanto, que com o posicionamento baixo do mercado em renda variável e a menor probabilidade de os dados de inflação surpreenderem para pior, o S&P 500 pode ter espaço para ganhos em outubro.

Ele manteve sua previsão de fim de ano de 4.750 pontos para o índice de referência americano - um aumento de 19% em relação aos níveis atuais.

“Os principais indicadores são consistentes com uma queda em recessão, mas não sinalizam que já estejamos em uma”, acrescentou.

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