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Deutsche Bank aperta condições de crédito para clientes ricos

Steven Arons e Patrick Winters
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Deutsche Bank apertou as condições de financiamento para clientes ricos desde o início da pandemia de coronavírus, mesmo com a recuperação da demanda por empréstimos para o segmento de alta renda, de acordo com o responsável pela unidade International Private Bank.

“Adotamos uma abordagem mais conservadora para garantias de setores e indústrias afetados pela Covid-19”, disse Claudio de Sanctis em entrevista por telefone, destacando aeronaves, imóveis comerciais, varejo e viagens. Esse continua a ser o caso, mesmo que o banco “apoie nossos clientes, o que se reflete no crescimento de nosso crédito nos meses mais recentes”, disse.

Assim como outros bancos, o Deutsche Bank busca reduzir o risco de financiamentos a clientes ricos em alguns setores, apesar do objetivo das maiores gestoras de patrimônio de oferecerem mais empréstimos para aumentar as receitas. O Credit Suisse revisou seu apetite de risco na unidade internacional de gestão de patrimônio, segundo reportagem da Bloomberg em maio.

Os comentários do executivo ecoam os de Christiana Riley, que comanda o Deutsche Bank Americas, em evento da Bloomberg na semana passada, quando disse que o banco “diminuiu” seu apetite por risco para imóveis comerciais. O negócio é há muito tempo uma das fontes de receita mais significativas do banco nos Estados Unidos.

O Deutsche Bank tem 46 bilhões de euros (US$ 54,6 bilhões) em empréstimos para os setores destacados por de Sanctis, além de petróleo e gás, de acordo com o balanço do terceiro trimestre. O valor equivale a 11% do total da carteira de crédito, embora os segmentos respondam por quase 30% das provisões de crédito do banco.

A instituição precisa equilibrar a necessidade de gerenciar o risco com cuidado durante a pandemia com sua estratégia de aumentar os empréstimos como forma de compensar o efeito adverso dos juros negativos sobre a receita.

‘Recuperação forte’

A unidade de gestão de patrimônio do Deutsche Bank registrou uma “desalavancagem” no primeiro trimestre e, em seguida, “uma forte recuperação” do crescimento dos empréstimos durante os dois trimestres subsequentes, que se prolongou no atual período de três meses, disse de Sanctis.

De Sanctis foi recentemente promovido como responsável pela nova divisão que combina sua unidade de gestão de patrimônio com a supervisão das operações de varejo do Deutsche Bank na Espanha, Itália e Índia. A receita dessa unidade, agora chamada de International Private Bank, caiu 1% nos primeiros nove meses do ano.

Espera-se que a combinação das duas unidades resulte em cortes de custos significativos, mas de Sanctis não quis comentar os detalhes antes do Dia do Investidor do banco, agendado para 9 de dezembro.

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