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Detecção precoce de glaucoma cai durante a pandemia da Covid-19

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Detecção precoce de glaucoma cai durante a pandemia da Covid-19
Detecção precoce de glaucoma cai durante a pandemia da Covid-19

A detecção precoce é fundamental no tratamento do glaucoma. Por se tratar de uma doença ocular que tende a piorar com o tempo, descobrir nos primeiros sintomas pode ser decisivo. Mas, durante a pandemia da Covid-19, o número de exames desse tipo para glaucoma caiu cerca de 30% devido a diminuição de pacientes que vão até as unidades de saúde.

Basicamente, a maior parte da população está evitando ir até hospitais para coisas não urgentes, para diminuir as chances de se contaminarem com o vírus. No entanto, a consequência, é que muitos exames de rotina tiveram sua demanda reduzida. Com o quadro, a tendência é que casos de glaucoma sejam descobertos quando estiverem em um estágio mais avançado, o que dificulta o tratamento.

De acordo com o Sistema Único de Saúde (SUS), quase 1,6 milhão de exames deixaram de ser feitos pela rede pública em 2020. Além disso, pelo menos 6,7 mil cirurgias que poderiam ser realizadas para reverter a doença também não foram feitas.

“As restrições para receber pacientes em hospitais, a transferência de leitos para o tratamento da covid-19 e o medo de pacientes de procurar ajuda médica por causa da pandemia derrubaram o número de exames”, explica o SUS em nota sobre a redução dos exames de glaucoma na pandemia da Covid-19.

Queda nos exames de glaucoma na pandemia

“Um dos grandes desafios no diagnóstico do glaucoma é que nem sempre apresenta sintomas. Por isso, alertar sobre o assunto é sempre muito importante e buscar um oftalmologista para examinar os olhos é fundamental”, explicou José Beniz Neto, presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) à Agência Brasil.

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De acordo com a entidade, o glaucoma pode causar perda irreversível da visão se não tratado de forma correta. Para se ter uma ideia da redução de exames preventivos, em 2020, São Paulo registrou 384 mil exames a menos do que no ano anterior. Já no Rio Grande do Sul, foram 122,5 mil e na Bahia, 202,4 mil a menos.

“Entre o público com mais de 60 anos, a queda foi de 700 mil exames. Na faixa que vai entre 20 e 59 anos, a redução foi de 551,5 mil exames em 2020. Entre crianças e adolescentes, o impacto foi de 168,7 mil procedimentos. Entre os pacientes do sexo feminino, a redução foi de 29% nos exames preventivos, enquanto no sexo masculino a queda foi de 25%”, conclui o CBO no documento sobre a queda nos exames de prevenção de glaucoma durante a pandemia da Covid-19.

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