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Desvio providencial: Airbus quer usar satélites contra asteróides em rota de colisão com a Terra

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Desvio providencial: Airbus quer usar satélites contra asteróides em rota de colisão com a Terra
Desvio providencial: Airbus quer usar satélites contra asteróides em rota de colisão com a Terra

Segundo estudo da empresa de aviação, satélites sem uso, e modelos mais velhos, podem ser reaproveitados como forma de “desviar” asteroides que estejam em nossa trajetória. A pesquisa foi encomendada pela agência espacial europeia como parte de um projeto de preparação para cenários apocalípticos vindos do espaço.

Normalmente, eles são bem pesados e grandes, com alguns chegando a pesar entre quatro e seis toneladas. Em tese, adicionar uma nova trajetória e forçar um choque de um deles com asteroide traria força suficiente para mudar a pedra espacial de rota.

No caso das agências espaciais detectarem um asteroide vindo em nossa direção, as operadoras desses satélites teriam cerca de um mês para os redirecionar para o caminho da rocha espacial.

Segundo estimativas da Airbus, um impacto desse tipo causaria uma ou duas polegadas de desvio de trajetória. Embora o número pareça pequeno, a empresa garante que isso seria suficiente para evitar um cenário catastrófico para a humanidade.

Mas por que não simplesmente construir um artefato mais forte que tudo isso e lançá-lo quando for necessário? Porque, segundo a Airbus, a detecção de asteroides, pela tecnologia atual, não é tão avançada a ponto de nos dar esse tempo.

O lançamento de uma missão de desvio poderia levar qualquer coisa entre seis e 18 meses. Adicione a isso o tempo necessário para construir uma nave ou foguete dessa escala e nosso tempo de ação não seria muito longo.

A premissa não é sem motivo: o meteoro de Cheliabinsk, na Rússia, caiu na Terra em setembro de 2013, causando uma onda de choque que feriu mais de mil pessoas. Ele chegou sem ser percebido por ninguém.

A maior dificuldade para uma missão desse tipo seriam os foguetes usados para mover os satélites, mas considerando que empresas do setor planejam até 300 lançamentos por ano, talvez isso nem seja um problema muito grande.

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