Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.902,77
    +2.523,85 (+2,35%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.657,97
    +390,77 (+0,92%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,89
    +1,83 (+4,25%)
     
  • OURO

    1.804,60
    -33,20 (-1,81%)
     
  • BTC-USD

    18.979,94
    +527,97 (+2,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    375,80
    +6,05 (+1,64%)
     
  • S&P500

    3.635,41
    +57,82 (+1,62%)
     
  • DOW JONES

    30.046,24
    +454,97 (+1,54%)
     
  • FTSE

    6.432,17
    +98,33 (+1,55%)
     
  • HANG SENG

    26.588,20
    +102,00 (+0,39%)
     
  • NIKKEI

    26.165,59
    +638,22 (+2,50%)
     
  • NASDAQ

    12.078,25
    +173,00 (+1,45%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3899
    -0,0504 (-0,78%)
     

Desvalorizar o peso é “máquina de gerar pobreza”, diz presidente da Argentina

Valor
·1 minuto de leitura

Ministro da Economia anunciará novas medidas para conter a alta do dólar no mercado paralelo O presidente da Argentina, Alberto Fernández, voltou a indicar nesta segunda-feira que não pretende desvalorizar o peso. Para ele, a medida seria fácil de ser aplicada caso esse fosse o desejo do governo, mas seria uma “máquina de gerar pobreza”. As declarações de Fernández foram dadas pouco antes de o ministro da Economia, Martín Guzmán, anunciar novas medidas para tentar conter a alta do dólar no mercado paralelo. “Desvalorizar é fácil, mas é uma máquina de gerar pobreza”, disse Fernández durante um evento em Buenos Aires. “Queremos uma Argentina cresça, que se desenvolva, que produza e exporte para assim conseguirmos os dólares.” Com as declarações do presidente e a expectativa do mercado sobre os anúncios de Guzmán, o chamado “dólar blue”, o principal negociado no mercado paralelo, era cotado a 187 pesos na tarde desta segunda-feira, a maior queda em quase três meses. Com isso, o spread para a cotação oficial caiu para 140%. Segundo o jornal “Ámbito”, Guzmán pretende anunciar a emissão de títulos com vencimento em abril de 2022. Os papéis seriam emitidos em pesos, mas vinculados à evolução do dólar. A ideia é fazer com que os fundos de investimento deixem de usar o dólar “contado com liquidação” (CCL), negociado por meio da compra de papéis que permitem o envio de dólares ao exterior legalmente, para reduzir suas posições em pesos. A medida também passaria uma garantia ao mercado de que o governo não pretende desvalorizar o peso. Caso contrário, a dívida com os que comprarão os novos títulos emitidos seria muito mais difícil de pagar no futuro. O presidente da Argentina, Alberto Fernández, voltou a negar intenção de desvalorizar o peso Jens Meyer/AP Photo