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Destaques da NASA: Plêiades, monstros e + estão nas fotos astronômicas da semana

Se você perdeu alguma das imagens selecionadas pela NASA diariamente em seu site Imagem Astronômica do Dia, ou se deseja relembrá-las, chegou o momento de conferir cada uma delas, publicadas durante esta semana.

As imagens abaixo são bem variadas: temos um planeta anão, nebulosa, cascata de estrelas, as Plêiades, e muito mais. Confira!

Sábado (31/12) — O planeta anão Makemake e sua lua

(Imagem: Reprodução/Alex H. Parker (Southwest Research Institute))
(Imagem: Reprodução/Alex H. Parker (Southwest Research Institute))

Este é Makemake, o segundo planeta anão mais brilhante do cinturão de Kuiper, e sua Lua, apelidada de MK2, na visão de um artista. MK2 é um objeto escuro como carvão e reflete a luz do Sol 1.300 vezes menos que o planeta anão.

Futuras observações de Makemake e da lua MK2 ajudarão os astrônomos a compreender melhor os mundos distantes e o próprio Sistema Solar. O Cinturão de Kuiper ainda é uma região pouco explorado e conhecê-lo em mais detalhes é essencial para saber mais sobre a história de nosso bairro cósmico.

Domingo (1/1) — Pálido ponto azul

Neste pontinho distante, habitam todas as pessoas que já conhecemos em toda a vida (Imagem: Reprodução/NASA)
Neste pontinho distante, habitam todas as pessoas que já conhecemos em toda a vida (Imagem: Reprodução/NASA)

A imagem escolhida para estrear o APOD em 2023 foi uma das fotos mais clássicas da NASA, conhecida como "pálido ponto azul", graças à divulgação feita por Carl Sagan.

Essa foto foi feita pela sonda Voyager 1 quando passava por Saturno, em 1990. Agora, com ela, a NASA desejou um feliz ano novo.

Segunda-feira (2/1) — todos os planetas no céu

Os planetas do Sistema Solar estão visíveis simultaneamente neste cenário panorâmico (Imagem: Reprodução/Tunc Tezel)
Os planetas do Sistema Solar estão visíveis simultaneamente neste cenário panorâmico (Imagem: Reprodução/Tunc Tezel)

No cenário acima, o fotógrafo conseguiu capturar todos os planetas simultaneamente no céu noturno. Os mundos do Sistema Solar estão alinhados, aparecendo no mesmo horário por um curto espaço de tempo após o pôr do Sol.

Também estão em destaque algumas das estrelas e objetos mais famosos doi céu: Aldebaran, Plêiades, Altair, e Fornalha. Até mesmo os planetas mais distantes apareceram na imagem: Netuno e Urano.

Terça-feira (3/1) — Cascata de estrelas

O asterismo Cascata de Kemble foi descrito pela primeira vez por um frei franciscano (Imagem: Reprodução/Tommy Lease)
O asterismo Cascata de Kemble foi descrito pela primeira vez por um frei franciscano (Imagem: Reprodução/Tommy Lease)

A Cascata de Kemble não é exatamente uma constelação, mas os astrônomos gostam de vê-la como um conjunto muito satisfatório de estrelas. Ela foi observada primeiro por um frei franciscano e astrônomo, e recebeu o nome deste estudioso dedicado.

Não é possível observar a cascata no hemisfério Sul, pois ela se localiza no norte celeste. Além disso, mesmo os habitantes do hemisfério Norte têm dificuldades em encontrá-la, pois é um objeto fraco que exige uso de telescópios domésticos.

Quarta-feira (4/1) — monstro cósmico

O "monstro" é uma nebulosa muito distante da galáxia à esquerda (Imagem: Reprodução/Mike Selby & Mark Hanson/APOD)
O "monstro" é uma nebulosa muito distante da galáxia à esquerda (Imagem: Reprodução/Mike Selby & Mark Hanson/APOD)

Este monstro cósmico parece prestes a engolir uma galáxia inteira como se fosse um mero salgadinho de festa. Na verdade, os objetos estão muito distantes entre si — a galáxia está bem mais afastada de nós do que a nuvem de gás e poeira.

O formato peculiar dessa nebulosa é, em parte, comum. Trata-se de um glóbulo cometário, objetos estranhos parecidos com cometas devido às "caudas" e "cabeças". Mas há algo muito errado com este glóbulo em específico: por motivos desconhecidos, ele perdeu sua cabeça, ficando com a aparência monstruosa.

Quinta-feira (5/1) — Plêiades

As Plêiades e os filamentos das nuvens (Imagem: Reprodução/Stefan Thrun)
As Plêiades e os filamentos das nuvens (Imagem: Reprodução/Stefan Thrun)

Esta foto das Plêiades é particularmente fantástica porque o autor destacou as nebulosas azuladas com mais de 9 horas de exposição fotográfica e processamento minucioso para revelar os filamentos detalhados da poeira interestelar.

As nebulosas não estão diretamente relacionadas às Plêiades — elas apenas estavam no caminho do aglomerado estelar das Sete irmãs enquanto ele fazia seu trajeto rotineiro.

Sexta-feira (5/1) — todas as luas cheias de 2022

(Imagem: Reprodução/Niveth Kumar)
(Imagem: Reprodução/Niveth Kumar)

Na imagem acima, estão todas as Luas Cheias de 2022, fotografadas pelo próprio autor e dispostas na sequência de um relógio ao lado de seus respectivos nomes (de acordo com as culturas agrícolas do hemisfério Norte).

Em 2023, serão 13 Luas Cheias, logo, não caberão em uma imagem que imita um relógio.

Fonte: Canaltech

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