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Destaques da NASA: Lua, galáxias e + nas fotos astronômicas da semana

Mais um fim de semana chegou e você já pode conferir as fotos astronômicas destacadas pela NASA nesta semana. Desta vez, o "espetáculo" ficou por conta das nebulosas: elas apareceram por aqui em dose dupla, e você poderá conferir registros das coloridas nebulosas do Caranguejo e da Gaivota, formadas por nuvens de gás e poeira fascinantes.

Há, ainda, uma foto da Lua que impressiona pela nitidez e detalhes, e outra que revela uma dupla de galáxias passando por uma "dança gravitacional" no espaço. Em outros registros, você encontrará imagens do Sol, de nuvens misteriosas fotografadas junto da galáxia Andrômeda e até uma lente gravitacional.

Veja mais abaixo:

Sábado (14/01) — Periélio solar

Sol fotografado durante o periélio (Imagem: Reprodução/Peter Ward (Barden Ridge Observatory)
Sol fotografado durante o periélio (Imagem: Reprodução/Peter Ward (Barden Ridge Observatory)

Esta foto foi feita na véspera do periélio de 2023, ou seja, quando a Terra ficou no ponto mais próximo do Sol ao longo de sua órbita elíptica ao redor do astro. Para o registro, o fotógrafo usou um filtro H-alfa, que exibe a luz avermelhada típica dos átomos de hidrogênio.

Ainda, a foto destaca a cromosfera (a camada abaixo da fotosfera) solar, junto de filamentos escuros de plasma espalhados pelo disco solar.

Domingo (15/01) — Nebulosa do Caranguejo

Nebulosa do Caranguejo registrada pelo telescópio espacial Hubble (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, Hubble, J. Hester, A. Loll (ASU)
Nebulosa do Caranguejo registrada pelo telescópio espacial Hubble (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, Hubble, J. Hester, A. Loll (ASU)

A imagem acima mostra um pouco do que aconteceu quando uma estrela massiva chegou ao fim de sua vida. Chamado “Nebulosa do Caranguejo”, este remanescente de supernova se estende por cerca de dez anos-luz e nasceu de uma supernova observada em 1054 a.C.

Em seu centro, há um pulsar, nome dado a uma estrela de nêutrons tão massiva quando o Sol, mas com tamanho de uma pequena cidade. Ele gira cerca de 30 vezes por segundo.

Segunda-feira (16/01) — Lua em detalhes

Foto da Lua com cores e crateras extremamente definidas graças à combinação de várias fotos (Imagem: Reprodução/Darya Kawa Mirza)
Foto da Lua com cores e crateras extremamente definidas graças à combinação de várias fotos (Imagem: Reprodução/Darya Kawa Mirza)

Através de uma composição de diferentes fotos e técnicas de processamento, o astrofotógrafo chegou a esta imagem aprimorada da Lua. Claro, nosso satélite natural não tem esta textura e cores tão definidas, mas a edição ajuda a destacar algumas características lunares interessantes.

Entre elas, estão as crateras bem nítidas e as cores na superfície, que indicam os diferentes elementos ali.

Terça-feira (17/01) — Nuvens misteriosas e a galáxia Andrômeda

Não se sabe a origem destes arcos azulados junto da galáxia Andrômeda (Imagem: Reprodução/Yann Sainty & Marcel Drechsler)
Não se sabe a origem destes arcos azulados junto da galáxia Andrômeda (Imagem: Reprodução/Yann Sainty & Marcel Drechsler)

De onde vieram as estruturas gasosas azuladas nesta foto da galáxia Andrômeda? Nem os astrônomos sabem ao certo. Os arcos foram identificados e confirmados por astrônomos amadores no ano passado, e ainda não haviam aparecido nem mesmo em fotos profundas da galáxia.

Uma possibilidade é que eles tenham aparecido na foto porque estão muito próximos de Andrômeda, mas também é possível que façam parte da Via Láctea.

Quarta-feira (18/01) — Lente gravitacional

Lente gravitacional formada pelo aglomerado de galáxias MACS0647 (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, CSA, STScI, Tiger Hsiao, Alyssa Pagan (STScI)
Lente gravitacional formada pelo aglomerado de galáxias MACS0647 (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, CSA, STScI, Tiger Hsiao, Alyssa Pagan (STScI)

O aglomerado galáctico MACS0647 é tão massivo que formou uma lente gravitacional. A lente distorceu e ampliou a luz emitida por objetos distantes ao fundo — entre eles, está o sistema MACS0647-JD destacado nos detalhes à direita, cuja imagem acabou ampliada três vezes.

O objeto já havia sido observado antes pelo telescópio Hubble, mas os novos dados do Webb revelaram que, ali, há um pequeno grupo de galáxias.

Quinta-feira (19/01) — Nebulosa da Gaivota

A Nebulosa da Gaivota é formada por gás e poeira (Imagem: Reprodução/Carlos Taylor)
A Nebulosa da Gaivota é formada por gás e poeira (Imagem: Reprodução/Carlos Taylor)

Popularmente conhecida como “Nebulosa da Gaivota”, esta é uma grande nuvem de gás e poeira em expansão. A nebulosa fazer parte de uma estrutura maior afetada por uma série de explosões em supernova, e pode ser encontrada na direção de Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno.

A nebulosa se estende por mais de 200 anos-luz, e fica a cerca de 3.800 anos-luz de nós.

Sexta-feira (20/01) — Galáxias M81 e M82

Galáxias M82 e M81, localizadas a cerca de 12 milhões de anos-luz (Imagem: Reprodução/Andreas Aufschnaiter)
Galáxias M82 e M81, localizadas a cerca de 12 milhões de anos-luz (Imagem: Reprodução/Andreas Aufschnaiter)

O par de galáxias nesta foto fica a aproximadamente 12 milhões de anos-luz de nós. No lado esquerdo, está a M82, do tipo irregular; já na direita, você encontra a galáxia M81, do tipo espiral. Ambas fazem parte de uma “dança gravitacional” há bilhões de anos.

O processo pode ser o responsável por ondas de densidade observadas na M81, que formaram seus braços espirais. Já a M82 acabou com regiões de formação estelar turbulentas.

  • Saiba mais sobre a foto das galáxias M81 e M82

Fonte: Canaltech

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