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Destaque da NASA: nebulosas coloridas e estrelas são a foto astronômica do dia

Nebulosas e uma grande nuvem molecular aparecem na imagem destacada nesta quarta-feira (30) pela NASA, no site Astronomy Picture of the Day. Os objetos foram fotografados juntos em formatos coloridos, que se estendem por uma área com o tamanho de quase quatro vezes o da Lua na fase cheia.

A parte central da foto traz a chamada "Nebulosa da Caverna", uma região de emissões avermelhadas catalogada como Sharpless (Sh) 155. Esta “caverna cósmica” se estende por cerca de 10 anos-luz, e suas paredes gasosas brilhantes foram ionizadas pela luz ultravioleta das estrelas aquecidas por ali.

Confira:

Nebulosa da Caverna, uma nebulosa de reflexão, objetos de Herbig Haro e mais (Imagem: Reprodução/Anthony Quintile)
Nebulosa da Caverna, uma nebulosa de reflexão, objetos de Herbig Haro e mais (Imagem: Reprodução/Anthony Quintile)

Entre outros objetos, estão a nebulosa de reflexão vdB 155, visível no lado direito da imagem junto de nuvens densas de poeira. Além disso, alguns estudos revelaram sinais importantes de formação estelar na região.

Alguns deles aparecem nas áreas com brilho avermelhado abaixo da parte central da foto, vindo do objeto Herbig Haro 168. A emissão parece vir dos jatos energéticos produzidos por uma estrela recém-nascida.

Os objetos Herbig-Haro

Relacionados às emissões de protoestrelas, os objetos Herbig-Haro são pequenas áreas de nebulosidade formadas quando o gás ejetado por estas estrelas encontra nuvens de gás e poeira. Eles são bastante frequentes em regiões de formação estelar, e podem ser encontrados próximos de estrelas.

Estes objetos são fenômenos transientes, que não duram mais que algumas dezenas de milhares de anos. Conforme se afastam das estrelas e viajam pelo meio interestelar, podem evoluir visivelmente em escalas de tempo curtas.

Caso você esteja curioso sobre o nome destes objetos, saiba que se trata de uma referência aos astrônomos que os estudaram. Eles foram observados pela primeira vez no fim do século XIX, e foram estudados detalhadamente pelo norte-americano George Herbig e pelo mexicano Guillermo Haro.

Fonte: Canaltech

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