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Destaque da NASA: mapa da poluição luminosa é a foto astronômica do dia

A foto destacada no site Astronomy Picture of the Day nesta quarta-feira (8) traz um mapa da quantidade relativa de poluição luminosa no planeta, vinda das luzes artificiais refletidas nas moléculas e aerossóis na atmosfera.

A poluição luminosa cria um brilho capaz de ofuscar as estrelas, fazendo com que vários lugares no planeta — incluindo os grandes centros urbanos — tenham céus iluminados por um brilho difuso, resultando em pouquíssimas estrelas visíveis.

No mapa abaixo, você confere uma representação da poluição luminosa pelo mundo:

Mapa da poluição luminosa, produzido com base em dados dos satélites Joint Polar Satellite System (Imagem: Reprodução/JPSS Satellites/David J. Lorenz)
Mapa da poluição luminosa, produzido com base em dados dos satélites Joint Polar Satellite System (Imagem: Reprodução/JPSS Satellites/David J. Lorenz)

Este é um tipo de mapa criado que não mostra a visibilidade das estrelas, mas sim os níveis de poluição na atmosfera em diferentes lugares. Assim, é possível comparar os níveis de poluição e identificar áreas onde ela é mais intensa.

A imagem mostra que partes dos Estados Unidos e da Europa têm um brilho artificial no céu mais dez vezes maior que aquele do céu natural. Já as áreas em laranja ou vermelho indicam onde não é mais possível observar a faixa central da Via Láctea.

O que é poluição luminosa?

A poluição luminosa pode ser descrita como o uso inapropriado ou excessivo das luzes artificiais. Ela vem de fontes variadas, como a iluminação interna e externa de prédios, anúncios, luzes de escritórios, nas ruas, estádios e mais. Além de dificultar a observação das estrelas no céu, o excesso de luz causa efeitos nos ciclos das plantas e dos animais e afeta também o corpo humano.

Hoje, grande parte da população mundial vive em regiões com poluição luminosa — um estudo publicado em 2016 na revista Science mostrou que 80% da humanidade vive em áreas com o céu iluminado pelo brilho das luzes artificiais. O brilho é constante nas grandes cidades, e vem da luz emitida por fontes em solo que, depois, é dispersa na atmosfera e retorna aos olhos, ofuscando a observação das estrelas no céu.

Entretanto, parte desta luz consegue viajar pela atmosfera e escapar para o espaço, sendo interceptada por satélites de observação da Terra. A quantidade detectada pelos satélites pode ser usada para estimar quanta iluminação foi emitida ou dispersa para cima, vinda do solo. A análise permite estimar as emissões luminosas.

Fonte: Canaltech

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