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Destaque da NASA: "berçário estelar" NGC 346 é a foto astronômica do dia

A região de formação estelar NGC 346, localizada na galáxia Pequena Nuvem de Magalhães, é a imagem destacada pela NASA nesta sexta-feira (13). Ela fica a cerca de 210 mil anos-luz de nós e é formada por estrelas de vida curta, mas extremamente energéticas.

Considerada uma das regiões de formação estelar mais dinâmicas nas galáxias próximas de nós, esta "fábrica estelar" era um enigma para os astrônomos. Agora, novas observações do telescópio James Webb ajudaram os cientistas a compreendê-lo melhor.

Veja abaixo a região NGC 346, observada pelo telescópio James Webb:

Um pouco da "fábrica de estrelas" NGC 346, na Pequena Nuvem de Magalhães (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, CSA, STScI, A. Pagan (STScI)
Um pouco da "fábrica de estrelas" NGC 346, na Pequena Nuvem de Magalhães (Imagem: Reprodução/NASA, ESA, CSA, STScI, A. Pagan (STScI)

Os astrônomos decidiram estudá-la devido às condições e quantidade de metais na Pequena Nuvem de Magalhães, que se parecem com o que era encontrado nas galáxias há bilhões de anos durante o chamado “amanhecer cósmico".

Naquele período, entre 2 e 3 bilhões de anos atrás, a formação estelar ocorria a todo vapor: as galáxias formavam estrelas em um ritmo intenso, e este processo ajudou a esculpir as galáxias que os astrônomos observam hoje.

A região de formação estelar NGC 346

Este berçário de estrelas é um agomerado estelar aberto associado a uma nebulosa, que se estende por cerca de 200 anos-luz e pode ser encontrado em meio aos aglomerados estelares e nebulosas da Pequena Nuvem de Magalhães. Ela é uma galáxia-satélite da Via Láctea visível a olho nu, localizada a aproximadamente 210 mil anos-luz de nós.

No interior da nebulosa NGC 326, há estrelas “bebês” se formando a partir do colapso gravitacional de nuvens de gás; a menor delas tem metade da massa do Sol, e ainda não usam o hidrogênio como combustível para a fusão nuclear que vai sustentar suas estruturas. Sozinha, a nebulosa abriga mais de 2.500 estrelas jovens.

As galáxias anãs, como é o caso da Pequena Nuvem de Magalhães, são consideradas os blocos construtores das galáxias maiores, e são como laboratórios para os astrônomos entenderem as estrelas do universo primordial.

Fonte: Canaltech

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