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Desmonte do Galaxy S21 FE mostra alta reparabilidade, mas com ressalvas

·2 min de leitura

Lançado no último dia 4 de janeiro, o Galaxy S21 FE é o representante mais recente de sua linha, que se destacou nos últimos anos por unir um poder de processamento comparável aos topos de linha da marca, mas com preço mais baixo. O canal PBKreviews resolveu abrir o celular da Samsung para descobrir qual é o nível de dificuldade para troca de algumas peças internas, e o dispositivo se saiu relativamente bem, ganhando uma nota 7,5 em escala de 1 a 10.

Galaxy S21 FE tem bateria de 4.500 mAh (Imagem: YouTube/PBKreviews)
Galaxy S21 FE tem bateria de 4.500 mAh (Imagem: YouTube/PBKreviews)

O processo de desmonte do celular começa com a retirada da bandeja para cartão SIM, mas logo a primeira dificuldade é encontrada quando se mostra necessário utilizar uma fonte de calor para destacar a tampa traseira — processo que costuma exigir o uso de ferramentas específicas.

Os primeiros itens que podem ser vistos ao abrir o painel traseiro são as lâminas de grafite para dissipação de calor, e elementos de cobre que permitem o carregamento sem fio. Há também uma tampa de plástico que fica acima da placa-mãe e envolve o conjunto de três câmeras.

Trocar a câmera frontal do S21 FE pode ser um problema

Bateria do Galaxy S21 FE é fixada por meio de substância adesiva (Imagem: YouTube/PBKreviews)
Bateria do Galaxy S21 FE é fixada por meio de substância adesiva (Imagem: YouTube/PBKreviews)

Na sequência, é necessário desconectar uma série de cabos que ligam componentes essenciais como a bateria, placa inferior e antenas de 5G mmWave (alguns modelos não trazem este último item, já que possuem suporte apenas ao 5G sub-6 GHz). Um problema de reparabilidade identificado está relacionado com a câmera frontal, já que ela é colada na estrutura e retirá-la provavelmente provocará danos.

O Galaxy S21 FE tem duas câmeras com estabilização óptica de imagem: a principal e a ultrawide. Ao lado ficam o processador e memória RAM, cobertos por pasta térmica e mais uma camada de grafite para auxiliar na dispersão de calor gerado pelos componentes. Já a parte inferior traz alto-falantes e mais antenas de conectividade.

Assim como acontece em grande parte dos smartphones atuais, a bateria é colada com uma substância adesiva, que é retirada após a aplicação de álcool isopropílico. Abaixo do componente há uma câmara de vapor em cobre, e somente com a retirada de todas essas peças é possível acessar a tela para trocas caso ela esteja danificada.

O vídeo completo pode ser conferido abaixo:

Fonte: Canaltech

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